Sem o Dízimo não existe bênção


Sem o Dízimo não existe bênção

Deus tem sua fonte de bênçãos para derramar sobre o seu povo. Todos os dias milhões de bênçãos são derramadas. O dízimo é fonte de bênção estabelecida por Deus. Nesta lição iremos conhecer um pouco mais sobre uma das maiores provas de amor da parte do homem para com o seu Criador, o santo dízimo.


Pr. Valmir

Perguntas para entendermos melhor o dízimo:

1.Para que serve o dízimo e ofertas?

Dízimos e ofertas, plano de Deus para o sustento de sua obra Malaquias 3:7-10

2. O que o dízimo é?

O Dízimo é Santo ao Senhor. Levítico 27:30-32

3. Que deu o dízimo no Antigo Testamento?

O Dízimo de Jacó Gênesis 28:22

Abraão e Melquisedeque. Gênesis 14:20; Hebreus 7:4-10

4. Pode alguém roubar a Deus?

O Homem infiel pergunta: Roubará o homem a Deus? Malaquias 3:8

Em que havemos de tornar? Em que te roubamos? Malaquias 3:7,8

5-Dízimo é uma questão de:

Obediência Mal. 3:10

Necessidade Mal. 3:10

Amor João 14:23

Visão João 4:34,36

Gratidão Salmos 116:12-14

6- Como deve ser entregue o dízimo?

Deve ser dado com voluntariedade I Crônicas 29:14.

7- O que devemos fazer com o dízimo?

Deve ser levado a casa de Deus Mal. 3:10

Deve ser dado com alegria II Coríntios 9:7

Deve ser dado crendo na promessa de Deus que nunca falha Mal. 3:10-12;

II Cor. 9:8-10; Prov. 3:9-10; Lc. 6:38; Mt. 6:33 Fl. 4:15-19.

VITÓRIA CONTRA O DEMONIO DEVORADOR:

"E por causa de vós repreenderei o devorador, e ele não destruirá os frutos da vossa terra; e a vossa vide no campo não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos" Ml. 3.10

A contribuição é uma entre as várias disciplinas da vida cristã que precisa ser mais cultivada. A indisposição para a contribuição, pelos dízimos e ofertas, talvez se dê em virtude das incompreensões que permeiam a prática evangélica sobre esse assunto. Diante dessa realidade, nos propomos, nesta lição, a mostrar o que a Bíblia tem a dizer sobre os dízimos e ofertas, no intuito de motivar os crentes à liberalidade, não segundo a lei, mas em graça.

1. DÍZIMOS E OFERTAS NA BÍBLIA

O dízimo (maaser, em hebraico e dekato, em grego) corresponde à décima parte do produto da terra, a qual, deveria ser separada e consagrada a Deus. Ao contrário do que se costuma postular, essa prática antecede ao período da lei mosaica. Abraão pagou dízimos a Melquisedeque (Gn. 14.20; Hb. 7.6) e Jacó votou ao Senhor que lhe daria o dízimo (Gn. 28.22). O pagamento dos dízimos era parte constitutiva da adoração judaica. Nos dias do rei Ezequias, como resultado da reforma religiosa, as pessoas traziam, com ânimo, os seus dízimos ao Templo do Senhor (II Cr. 31.5,6). Por isso, a negligência quanto a esse dever era fortemente combatida pelos profetas de Israel (Am. 4.4; Ml. 3.8-10). Em seus diálogos com os religiosos de sua época, Jesus recomendou que eles perpetuassem a prática do dízimo, mas que não deveriam desprezar a justiça, a misericórdia e a fé (Mt. 23.23; Lc. 11.42). Ainda que o dízimo tenha deixado de ser uma lei para os cristãos, seu princípio, no entanto permanece, especialmente no que tange à proporcionalidade (I Co. 9.13,14). A diferença é que, nessa perspectiva, ninguém deva mais ser coagido a fazê-lo. O dízimo, para aqueles que amam ao Senhor, deva ser entregue em graça, com liberalidade e alegria (v. 7). Isso também se aplica em relação às ofertas, a respeito das quais, Jesus ensinou que deva ser produto de uma vida de desapego às coisas materiais (Lc. 21.1-4). As contribuições cristãs, por conseguinte, fazem parte de um estilo de vida, que abrange os diversos aspectos da existência, englobando também, o suprimento aos necessitados (II Co. 8.3-5).

2. O CRISTÃO, O DINHEIRO E AS CONTRIBUIÇÕES

A contribuição cristã, indubitavelmente, está atrelada a um estilo de vida com o qual, infelizmente, muitos cristãos se acostumaram. E, como estamos estudando as disciplinas da vida cristã, não podemos deixar de abordar a questão do dinheiro, já que o tratamento em relação a esse repercute diretamente na atitude de dizimar e ofertar. Vejamos, a princípio, o que diz Jesus em Mt. 6.24: “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom”. O dinheiro, de acordo com o ensinamento do mestre, nada tem de sagrado. Ele serve apenas para o suprimento das necessidades fundamentais à existência humana. Como cristãos, devemos aprender a depender da providência divina e a não vivermos preocupados como fazem os pagãos (Mt. 6.25-34). O ensinamento de Cristo, bem como o de Paulo, é que aprendamos a viver contentes, pois o amor ao dinheiro, definitivamente, é a raiz de todos, não apenas de alguns, males (I Tm. 6.6-10; ver também Hb. 13.5). Paulo nos deixa o exemplo, afirmando que sabia viver satisfeito, fosse nos momentos em que tinha com fartura ou nos de escassez (Fp. 4.6-13).

CONCLUSÃO

A justiça do cristão deve exceder a dos escribas e fariseus (Mt. 5.20) porque, diferentemente daqueles, não agimos por motivações interesseiras. Aqueles que o fazem já receberam a sua recompensa, por esse motivo, aqueles que dizimam ou ofertam para aparecer, ou mesmo para enriquecerem, não pensem que estão agindo em conformidade com os princípios cristãos (Mt. 6.2). A entrega dos dízimos e ofertas é uma oportunidade abençoadora para adorar a Deus devolvendo parte daquilo que Ele anteriormente nos deu. É uma disciplina cristã porque demonstra, para nós mesmos, que não fiamos nossa confiança nas riquezas e que somos capazes de nos desprender do dinheiro, cientes de que temos um tesouro mais precioso nos céus (Mt. 6.19-21). É por isso que uma atitude cristã em relação ao dinheiro nos motiva a entregar, amorosamente, nossos dízimos e ofertas, não como LEI, mas como GRAÇA (Gl. 5.18,23). Porque aquele que entrega o dízimo prova que ama a Deus.

6 comentários:

Anônimo 15 de agosto de 2010 10:59  

Sem dízimo não existe bênção.
Estou em acordo com você. Isto se nós estaríamos vivendo no período da lei (antes do verbo se fazer carne João. 1:1)
Dízimo meu amado não é prova de amor, não é prova de obediencia, não é prova de gratidão como entendi no ítem 5. Dízimo era uma obrigação da lei.
Você sitou que Abrão deu o dízimo, leia bem o texto em que Abraão deu o dízimo, verás que ele o deu uma única vez e foi dos despojos da guerra quando pelejou para libertar o seu sobrinho Ló. Abraão nunca deu o dízimo dos seus bens particulares. (leia o texto e verás). Relatou que também Jacó deu o dízimo, leia atentamente e constatará através de estudos na palavra que Jacó deu o dízimo pela primeira vez depois de 20 anos quando entrou na terra de Canaã e não se tem mais menção disso.
Sitou também Hebreus 7. O autor dos aos Hebreus quando relatou esse assunto , não estava falando em si do dízimo, mas do sacerdócio de Melquisedeque era maior que dos levitas, e o sacerdócio de Cristo Jesus é maior do sacerdócio de Melquisedeque. O sacerdócio levítico acabou quando Cristo Jesus assumiu o sacerdócio Real.
Os dízimos, era lei para ser entregue aos levitas por não ter herança no meio da nação judaica. Só os levitas tinham a incumbencia de receber os dízimos, isto era três tipos de dízimos e não um como hoje está sendo ensinado. (dízimo para os levitas, dízimo para órfãos, viíúvas e estrangeiros e dízimo para as festas judáicas).
Como o sacerdócio levitico acabou porque Jesus tomou o seu lugar e Jesus não era da linhagem da tribo de Levi e sim da tribo de Judá que não tinha menção dada na lei por Moisés em assumir o sacerdócio. Para quem então deve ser entregue os dízimos, se o sacerdócio levitico acabou? Se acabou para quem vai os dízimos já que era lei só os levitas poderiam receber? Meu querido, os que ministram hoje no altar não pode ser considerados levitas. Uma por não ser descendente de Levi, e outra por não existir mais sacerdócio levitico.
Hoje para que as bênçãos de Deus (prosperidade) esteja em minha vida, devo ofertar a obra do Senhor como Paulo ensina em 2º Co 9:6-13.
Encontramos em Mateus 23:23 Jesus fazendo referência ao dízimo dizendo para os farizeus que deveriam praticar o ato de dar o dízimos mas sem "omitir" amor misericórdia....Temos também a parábola do farizeu e do publicano. Jesus quando proferiu não foi para fazer menção do dízimo mas para que entendemos que: Aquele que se acha justo diante de Deus como foi o caso do farizeu, que dava dízimo jejuava duas vezes na semana não era ladrão como aquele publicano. Jesus falou isso referindo que: Aquele que muito se exalta diante de Deus será humiliado. O justificado nesta parábola foi o publicano e não o farizeu. (Jesus estava referindo-se a isto). Não se esqueça quando Jesus proferiu esta parábola bem como o diálogo com os farizeus (cominho, hortelã, aruda...dízimo) Jesus estava vivendo no tempo que a lei estava em vigor.Em Lucas 24:44. Jesus veio para "cumpir por nós tudo" o que estava escrito; NA LEI, NOS PROFETAS E NOS SALMOS.
Amado Jesus aboliu na cruz do calvário toda a Lei de Moisés.
Leia Mateus 27:50-53. (fala da ressureição). Amado se já houve ressureição daqueles que morreram antes de Jesus encarnar, Mt. 27:53, então já houve julgamento. Então a lei já foi abolida. O que importa a nós hoje é a graça, favor imerecido de Deus a nosso respeito. Como devemos contribuir com nossas ofertas hoje? Leia 2° Coríntios 9: 6-13.
Deus o abençõe,
Fique na Paz.

Anônimo 15 de agosto de 2010 11:00  

Sem dízimo não existe bênção.
Estou em acordo com você. Isto se nós estaríamos vivendo no período da lei (antes do verbo se fazer carne João. 1:1)
Dízimo meu amado não é prova de amor, não é prova de obediencia, não é prova de gratidão como entendi no ítem 5. Dízimo era uma obrigação da lei.
Você sitou que Abrão deu o dízimo, leia bem o texto em que Abraão deu o dízimo, verás que ele o deu uma única vez e foi dos despojos da guerra quando pelejou para libertar o seu sobrinho Ló. Abraão nunca deu o dízimo dos seus bens particulares. (leia o texto e verás). Relatou que também Jacó deu o dízimo, leia atentamente e constatará através de estudos na palavra que Jacó deu o dízimo pela primeira vez depois de 20 anos quando entrou na terra de Canaã e não se tem mais menção disso.
Sitou também Hebreus 7. O autor dos aos Hebreus quando relatou esse assunto , não estava falando em si do dízimo, mas do sacerdócio de Melquisedeque era maior que dos levitas, e o sacerdócio de Cristo Jesus é maior do sacerdócio de Melquisedeque. O sacerdócio levítico acabou quando Cristo Jesus assumiu o sacerdócio Real.
Os dízimos, era lei para ser entregue aos levitas por não ter herança no meio da nação judaica. Só os levitas tinham a incumbencia de receber os dízimos, isto era três tipos de dízimos e não um como hoje está sendo ensinado. (dízimo para os levitas, dízimo para órfãos, viíúvas e estrangeiros e dízimo para as festas judáicas).
Como o sacerdócio levitico acabou porque Jesus tomou o seu lugar e Jesus não era da linhagem da tribo de Levi e sim da tribo de Judá que não tinha menção dada na lei por Moisés em assumir o sacerdócio. Para quem então deve ser entregue os dízimos, se o sacerdócio levitico acabou? Se acabou para quem vai os dízimos já que era lei só os levitas poderiam receber? Meu querido, os que ministram hoje no altar não pode ser considerados levitas. Uma por não ser descendente de Levi, e outra por não existir mais sacerdócio levitico.
Hoje para que as bênçãos de Deus (prosperidade) esteja em minha vida, devo ofertar a obra do Senhor como Paulo ensina em 2º Co 9:6-13.
Encontramos em Mateus 23:23 Jesus fazendo referência ao dízimo dizendo para os farizeus que deveriam praticar o ato de dar o dízimos mas sem "omitir" amor misericórdia....Temos também a parábola do farizeu e do publicano. Jesus quando proferiu não foi para fazer menção do dízimo mas para que entendemos que: Aquele que se acha justo diante de Deus como foi o caso do farizeu, que dava dízimo jejuava duas vezes na semana não era ladrão como aquele publicano. Jesus falou isso referindo que: Aquele que muito se exalta diante de Deus será humiliado. O justificado nesta parábola foi o publicano e não o farizeu. (Jesus estava referindo-se a isto). Não se esqueça quando Jesus proferiu esta parábola bem como o diálogo com os farizeus (cominho, hortelã, aruda...dízimo) Jesus estava vivendo no tempo que a lei estava em vigor.Em Lucas 24:44. Jesus veio para "cumpir por nós tudo" o que estava escrito; NA LEI, NOS PROFETAS E NOS SALMOS.
Amado Jesus aboliu na cruz do calvário toda a Lei de Moisés.
Leia Mateus 27:50-53. (fala da ressureição). Amado se já houve ressureição daqueles que morreram antes de Jesus encarnar, Mt. 27:53, então já houve julgamento. Então a lei já foi abolida. O que importa a nós hoje é a graça, favor imerecido de Deus a nosso respeito. Como devemos contribuir com nossas ofertas hoje? Leia 2° Coríntios 9: 6-13.
Deus o abençõe,
Fique na Paz.

FOGO E PODER 16 de agosto de 2010 04:38  

o argumento é forte! ainda tenho algumas duvidas sobre o assunto, obrgado pelo comentário.

Donizeti Batista 10 de novembro de 2016 08:19  

Isso também se aplica em relação às ofertas, a respeito das quais, Jesus ensinou que deva ser produto de uma vida de desapego às coisas materiais (Lc. 21.1-4).
Desapego,....Vc deveria dizer isto aos pastores e lideres de igreja, que ostentam uma vida luxuosa, com carros importados e etc.
Porque será que é sempre os membros das igrejas que tem que se desapegar?
Enquanto isto, pastores de apegam e constroi imperios, com casas, carros, jatos particulares, radios e emissoras de tvs.

Donizeti Batista 10 de novembro de 2016 09:04  

O dizimo é anterior à lei.
1 - A circuncisão, o sábado e os animais puros e impuros também são anteriores à Lei, e nem por isso as igrejas adotam. Só porque é antigo não quer dizer que devemos fazer.
2 - Pelo contrário, o contexto dessas passagens explica que é, mas prática em desuso pelos cristãos. Ademais, tanto Jesus como o escritor de Hebreus se dirigem a... Israel.
3 - Pura presunção. A Bíblia não deve ser entendida na base do "imagine se...".
4 - Tanto eram judeus que Paulo os instou a abandonar as práticas judaicas. Ver a epístola aos Gálatas.
5 - A passagem de Malaquias é dirigida especificamente aos sacerdotes que retinham o dízimo e não o repassavam aos levitas, cf. 1:6 e 2:1.
6 - Falácia, pois o dízimo não era para "todo mundo". Quem não tinha renda não dizimava, mas recebia dos que ofertavam.
7 - O dízimo era administrado pelo próprio dizimista, conf. Deuteronômio 12:17-18 e 14:23-29.
8 - A Casa do Tesouro era uma sala do Templo de Jerusalém onde era entregue apenas a primícias, não o dízimo. Neemias 10:35-37; Números 18:12-13. Neemias ordena que os dízimos sejam entregues aos levitas em suas próprias cidades, não à Casa do Tesouro. O dízimo não era entregue na Casa do Tesouro (Deuteronômio 12:17-18 e 14:23), mas era entregue pelo dizimista nas cidades do próprio dizimista. Cabia aos sacerdotes distribuir a porção dos levitas. Na época de Esdras, Ageu, Zacarias e Malaquias, os sacerdotes haviam se tornado corruptos, e roubavam a melhor parte do arrecadado para si próprios. Pegavam os melhores bezerros, ovelhas e a melhor oferta, e deixavam os animais doentes ou defeituosos para oferecer em sacrifício, sem o menor temor de Deus. Por isso em Malaquias 1:7,8 Deus fala sobre pão profano e animais cegos, depois de chamar os sacerdotes à repreensão o v.6: “diz o Senhor dos exércitos a vós, ó sacerdotes, que desprezais o meu nome”.
Obrigado pela oportunidade.
Abraços e que Deus abençoe.
Em Cristo,

Lessadro F Santos 12 de novembro de 2016 06:53  

Oi Donizete Batista, esse blog fazia tempo que não entrava nele,rsrs, ele é meu (Lessandro), essa postagem foi feita em 2010, deixo elas e não apago, gosto de relembrar algumas coisas e ver como pensava antes, hoje já não estou mais no leite, já sou maduro a respeito da palavra de Deus, e vejo que vc tb, e fico feliz em ver que estamos evoluindo em conhecimento, realmente vc tem plena razão em seu argumento...obrigado..Deus abençoe

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