Mostrando postagens com marcador Jesus. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jesus. Mostrar todas as postagens

Caminho, Verdade e Vida


"A maioria dos cristãos não consegue admitir que só aceita a Cristo porque já sabe o fim da história; já sabe que Ele ressuscitou de entre os mortos!

Todavia, o que muitos de nós não conseguimos ver é que somos “crentes da história de Cristo”, mas não somos crentes da “Verdade de Jesus”; pertencemos à “igreja”, mas nem sempre somos parte daquilo que Jesus chama de “Caminho, Verdade e Vida”.


Ao contrário, muitas vezes, pertencemos ao que deveria ser denominado de Conduta, Imagem e Performance. Essa é a religião da maioria. E, para esses, a Instituição humana, que representa Deus na Terra, torna-se a Única Mediadora entre Deus e os homens; e, assim, assenta-se num Trono de Soberania sobre os demais homens, o que a põe numa horrível rota de colisão contra Aquele que não dá Sua Glória a outrem."






Caio Fabio

Graça é dom de Deus

A Graça é dom de Deus, apropriado pela fé, que também é Graça , pois, é também dom de Deus; a qual se origina do trabalho do Espírito Santo na consciência-coração humano, pela revelação da Verdade , que é Cristo Jesus; o qual é o Princípio e o Fim—Alfa e Ômega— de toda relação de Deus com a criação e todas as criaturas, visto que Ele se-fez-foi-feito-em-si-mesmo o Cordeiro imolado antecipadamente pela culpa da criatura e de toda criação, antes da fundação do mundo; sendo que, entre os homens, Sua manifestação histórica se realizou na Sua encarnação, morte, ressurreição e ascensão acima de todas as coisas; e, foi Ele, o Cordeiro de Deus, quem estabeleceu que por Sua Graça se pode ter Vida; e, isto, não é tão somente algo que se manifesta dos céus para a terra, mas também entre os humanos na forma de duas tomadas de consciência: a primeira é que quem recebeu Graça não nega Graça, pois, quem foi perdoado tem que perdoar ; e, em segundo lugar, mediante a cessação dos julgamentos entre os homens, visto que,  quem foi absolvido pela Graça de Cristo já não se oferece para ser juiz do próximo; antes pelo contrário, tal percepção induz a caminhar na prática das obras preparadas de antemão para que andássemos nelas, sendo sua maior expressão o amor com que devemos nos amar uns aos outros; e, sendo assim, para tais pessoas, guiadas pelo Espírito da Graça, a germinação de seus corações na fé em Jesus, gera o fruto do Espírito que torna toda Lei obsoleta e desnecessária para a consciência que recebeu a revelação do Evangelho. O resto é invenção humana para diminuir a Loucura da Cruz e o Escândalo da Graça.





Caio

A verdade do Senhor permanece para sempre.

Trovejas sobre mim, Senhor, teus juízos; sacodes com temor e tremor meus ossos todos e minha alma se apavora. Paro atônito e considero que até
os céus não são puros diante de teus olhos (cf. Jó 15,15; 4,18).

Se nos anjos encontraste maldade e não os poupaste, que seráde mim? Caíram as estrelas do céu (cf. Ap 6,13), e eu, pó, a que me atrevo? aqueles, cujas obras pareciam excelentes, tombaram profundamente, e os que comiam o pão dos anjos passaram a se deleitar com as vagens dos porcos. Não há santidade, Senhor, se retiras tua mão; nenhuma sabedoria será proveitosa, se desistires da tua orientação; força alguma conta, sem a tua conservação. Pois abandonados, afundamos e perecemos; mas visitados, nos erguemos e vivemos. Somos instáveis, por ti nos firmamos. Tíbios, por ti nos afervoramos. Foi absorvida toda vanglória na profundeza de teus juízos sobre mim.

Que é a carne diante de ti? Acaso se gloriará o barro contra quem o plasma? (cf. Is 29,16).


Como poderá erguer-se com jactância o coração daquele que é submisso a Deus de verdade? O mundo inteiro não consegue ensoberbecer aquele que a verdade conseguiu submeter; nem os lábios elogiosos de todos poderão abalar quem toda sua esperança pôde em Deus firmar.Pois aqueles que falam, nada dizem; passarão com o som das palavras; porém a verdade do Senhor permanece para sempre(Sl 116,2).

A PORTA DE DEUS

A PORTA DE DEUS. ENTRE POR ELA VOCÊ TAMBÉM!

“Entrai pelas suas portas com ação de graças, e em seus átrios comlouvor; dai-lhe graças e bendizei o seu nome”, Salmo 100:4.O ato de entrar ou passar pelas portas tem um grande significado.Revela a relação daquele que está entrando com a família, quando setrata de uma casa, ou com as autoridades, líderes e moradores no casodas cidades muradas na antiguidade. O Apóstolo João e Pedrodemonstram isso quando foram para a casa do Sumo Sacerdote quandoCristo foi levado.

João entrou na casa e Pedro teve que esperar do ladode fora até que ele voltasse e falasse com a porteira para ele deixá-lopassar pela porta.O salmista fala da casa do Senhor, a Casa de Oração, louvor eadoração, o templo do Senhor em Jerusalém. Ir à casa do Senhor eraconsiderado um grande privilégio, e pelas suas portas entravamagradecidos e dentro entoavam cânticos de louvor, acão de graças eexaltação ao nome do Senhor (João 18:15-16).No tempo do salmista apenas Israel era considerado povo deDeus.

Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus, ao derramar seu sangue naCruz abriu as portas do Templo de Deus dando acesso à ele a todoaquele que crer e convessá-lo como Filho de Deus.Venha você também, creia, confesse, e passe pela Porta de Deusque é Cristo e apresente-se diante do Rei do Universo como cidadão doReino dos Céus com cânticos de Louvor.

COMIDAS E BEBIDAS

E,tendo convocado a multidão, lhes disse: Ouvi e entendei: não é o que entra pela boca o que contamina o homem, mas o que sai da boca, isto, sim, contamina o homem [Mateus 15:10-11].

Comidas e bebidas não contaminam o homem, a tradição judaica era baseada nessas coisas. Os quais não passam de ordenanças da carne, baseadas
somente em comidas, e bebidas, e diversas abluções, impostas até ao tempo oportuno da reforma [Hebreus 9:10].

Os fariseus sempre tinham algo para acusar, tomando ou não o vinho, mas, Jesus os respondeu. Pois veio João Batista, não comendo pão, nem bebendo vinho, e dizeis: Tem demônio ! Veio o Filho do homem, comendo e bebendo, e dizeis: Eis aí um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores ! [Lucas 7:33-34].

Alguns dizem que o vinho que Jesus bebeu era puro, mas Noé se embriagou com vinho, se Jesus tivesse bebido suco de uva, os fariseus não o  chamariam de beberrão.

Na verdade tudo é puro para quem conhece a palavra. Todas as cousas são puras para os puros; todavia, para os impuros e descrentes, nada é puro. Porque tanto a mente como a consciência deles estão corrompidas [Tito 1:15].

Eu sei e estou persuadido, no Senhor Jesus, de que nenhuma cousa é de si mesma impura, salvo para aquele que assim a considera; para esse é  impura [Romanos 14:14].

O reino de Deus não é baseado em abster-se de comida ou bebida. Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo [Romanos 14:17].

Não toque no ungido do Senhor!

“Não toque no ungido do Senhor! Aí daquele que toca no ungido!” Essas são frases famosas para disfarçar a safadeza dos vendilhões que estão a solta por aí hoje em dia. No desespero de tentar proteger o líder carismático, o fiel tenta argumentar das mais diversas formas, o que seria louvável se os líderes em questão possuíssem algum tipo de razão.

Bem, vamos lá! A expressão “ungido do Senhor” é messiânica, e todos aqueles que atualmente se apropriam dela, estão, na realidade, colocando-se no mesmo patamar de Jesus Cristo, exigindo das pessoas uma reverência, dignidade e honra que pertencem somente a Jesus, o Ungido do Senhor.

Os intocáveis “ungidos do Senhor” querem impor a ideia que possuem um tipo de unção diferenciada, uma unção não possuída pelos membros da igreja, o que é algo falso e antibíblico. Pastores não são “ungidos do Senhor” de maneira especial. Eles não são Ungidos, Messias, dotados de um tipo de “imunidade eclesiástica”.

Todas as pessoas que estão ligadas ao Cristo, são igualmente ungidos pelo Espírito Santo como profetas, sacerdotes e reis. Pedro faz uma afirmação fantástica nesse sentido: “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1Pedro 2.9).


gospelmais

CREIAM EM MIM

CREIAM EM MIM

Não se perturbe o coração de vocês. Creiam em Deus; creiam também em mim (Jo 14.1)

     Por que Jesus ordena que creiamos nele? Qual é o verdadeiro significado de crer em Jesus? Jesus  nos  dá  esse  mandamento  porque  todos  os  seres  humanos  estão  em  situação desesperadora,  e  somente  Ele  pode  resgatar-nos.  Jesus  nos  dá  esse  mandamento  porque, sozinhos,  nada  podemos  fazer;  precisamos  recorrer  a  ele  em  busca  de  ajuda.  Só  Jesus  pode salvar-nos desse perigo, e ele ordena que confiemos nele, para o nosso bem. 

A SITUAÇÃO DESESPERADORA EM QUE NOS ENCONTRAMOS

    Qual é  a situação desesperadora da qual só Jesus pode resgatar? Jesus explica desta forma em  Jo  3:16-18,36 (observe as palavras “pereça” e “condenar” e a expressão “ira de Deus”). Encontramo-nos em situação desesperadora, diz Jesus, porque estamos sob a ira de Deus. Esse é  o  preço  de  nosso  pecado.  Deus  é  justo,  e  sua  ira  se  acende  apenas  contra  as  atitudes  e comportamentos humanos que depreciam seu valor  e tratam com menosprezo. Todos nós já fizemos isso. Na verdade, fazemos isso todos os dias.

DEUS ENVIOU JESUS PARA MORRER EM NOSSO LUGAR

     A  verdade  maravilhosa  é  que  Deus  enviou  seu  Filho  Jesus  ao  mundo,  não  para  acentuar nossa condenação, mas para resgatar-nos dela. E, para regatar-nos, Jesus tomou sobre si essa condenação  e  morreu  em  nosso  lugar.  Jesus  não  exigiu  de  nós  atos  heróicos  de  penitência, apenas ordenou que confiássemos Nele. Jesus disse: “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá sua vida pela ovelhas”(Jo 10.11).  Isso  quer  dizer  que  a  morte  de  Jesus  foi  proposital!  Ele morreu  em  nosso  lugar.  Jesus  afirmou  ser  o  cumprimento  de  uma  profecia  registrada  em  Is. 53:4-6. Isaías profetizou 700 anos antes da vinda de Jesus ao mundo, que um Servo do Senhor morreria por seu povo. Jesus ordena que creiamos nele porque, sozinhos, não podemos fazer nada para livrar-nos da ira de Deus. Jesus tornou-se nosso substituto. Deus imputou a Jesus os pecados  que  nos  trariam  condenação.  O  amor  de  Deus  planejou  esta  substituição extraordinária: Jesus sofreu o que  merecíamos padecer para que pudéssemos usufruir  o que ele  merecia  –  a  vida  eterna.  Para  usufruir  essa  vida,  precisamos  crer  em  Jesus.  (Jo  6:47;  Lc 8:12).

QUAL O VERDADEIRO SIGNIFICADO DE CRER EM JESUS?

Não  há  portanto,  muitas  perguntas  mais  importantes  que  esta:  qual  o  verdadeiro  significado de  crer  em  Jesus?  Significa,  acima  de  tudo,  crer  na  veracidade  de  certos  fatos  históricos. Quando  o  discípulo  chamado  Tomé  duvidou  que  Jesus  houvesse  ressuscitado  fisicamente,  o Mestre  aproximou-se  dele  (Jo  20.27).  Crer  não  significa  dar  um  salto  no  escuro.  A  fé  tem fundamentos conteúdo. Baseia-se em fatos históricos. No entanto, crer em Jesus significa mais que conhecer fatos verdadeiros acerca de Jesus. Significa confiar nele como  a pessoa viva que realmente é. Foi por isso que Jesus, com simplicidade, pediu que  crêssemos nele (Jo 14:1; Mt 18:6). Crer em Jesus é mais que crer em fatos acerca de Jesus. Nós confiamos nele.

ESTAR SATISFEITO COM TUDO O QUE DEUS É POR NÓS EM JESUS

  Observe  que  Jesus  não  se  oferece  a  nós  como  mero  resgatador  em  quem  devemos  confiar, mas como água viva para saciar a sede. Ele também se oferece a nós como Pastor (Mt 26.31), Noivo (9.15), Tesouro (13.44), Rei, e assim por diante. O que significa “crer em “ Jesus como doador da água da vida? (Jo 7.37; 4.14). Em outra ocasião, Jesus estabeleceu uma ligação entre beber  essa  água,  crer  nele  e  aproximar-se  dele  (6.35).  Em  outras  palavras,  crer  em  Jesus  e beber a água da vida eterna  têm o mesmo significado. Significa apreciar tudo que Deus é por nós em Jesus e estar satisfeito com isso. Jesus é um resgatador. Jesus veio não apenas para nos resgatar  da  condenação,  mas  também  para  que  usufruíssemos  a  vida  eterna,  e  isso  significa que,  em  Jesus,  podemos  sentir  tudo  o  que  Deus  é  para  nós  (Jo  17.3).  Ele  sabe  do  que precisamos  muito  mais  que  nós  mesmos.  Precisamos  ser  resgatados  da  ira  de  Deus  e estabelecer um relacionamento com Deus que satisfaça nossa alma. Foi isso que Jesus veio nos conceder, e essa dádiva chega a nós apenas de uma forma: crendo nele. É esta a razão de ele ordenar ao mundo: “Creiam em mim”.

Pastos verdes e Ovelhas doentes.

"Filho do homem, profetiza contra os pastores de Israel; profetiza, e dize aos pastores: Assim diz o Senhor DEUS: Ai dos pastores de Israel que se apascentam a si mesmos! Não devem os pastores apascentar as ovelhas?" Ezequiel 34:2,3

Os Pastores aqui estavam cuidando de si mesmos, e não cuidando das ovelhas. Como um Bom pastor Jesus nos adverte a sermos imitadores Dele. Quando o Senhor ordena pastores específicos para cuidar de Suas ovelhas e pasto, Ele espera que estes cuidem delas como Ele cuidaria pessoalmente. Pastores: as suas mãos são as mãos do bom Pastor, seja bom como Ele e bom! As suas palavras são as palavras do bom pastor, fale como Ele falaria, faca como Ele faria. E como Ele faria? Comeria ele a gordura, vestiria de lã, mataria o cevado e abandonaria a ovelha? Nunca!

Temos visto a preocupação exacerbada com objetos, aparelhagens, construções, conforto, entretenimento, programações e ate o mau uso da Palavra que e o alimento do pasto. E quantos mais têm estas coisas dentro da igreja, mais as ovelhas sofrem. Pastores que não se preocupa com o que esta acontecendo com suas ovelhas, estão tão preocupados com o pasto (Igreja Templo) e esquecem que as ovelhas estão doentes, não adianta o pasto estar verde e forte, se as ovelhas estão doentes e não podem comer. 

"A fraca não fortalecestes, a doente não curastes, a quebrada não ligastes, a desgarrada não tornastes a trazer, e a perdida não buscastes; mas dominais sobre elas com rigor e dureza. Assim se espalharam por não haver pastor; e tornaram-se pasto a todas as feras do campo, porquanto se espalharam." Ezequiel 34:4,5 

Mais uma vez Deus nos faz repensar nosso conceito de “cuidado". Enquanto jogamos a nossa responsabilidade para Deus Ele simplesmente nos devolve ela. Ha Pastores que não vão atrás de ovelhas, sejam por orgulho ou negligencia. Cure as doentes, ligue as "desligadas... afastadas... distantes",ache as perdidas! Deus não fará o que Ele já te capacitou pra fazer! Ele atua em parceria conosco! Pastores não dominem sobre as ovelhas com rigor e dureza. Quando uma ovelha não se alimenta bem, e culpa do pasto ou do pastor? Não vou responder, Deus respondera. Quem cuida de quem? Se ovelha tivesse responsabilidade diante de Deus de cuidar do pastor cada uma teria um cajado, e seriam muitos lideres, ate demais.

Eu sou o bom pastor; o bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas. Mas o que é mercenário, e não pastor, de quem não são as ovelhas, vendo vir o lobo, deixa as ovelhas e foge; e o lobo as arrebata e dispersa Ora, o mercenário foge porque é mercenário, e não se importa com as ovelhas. Assim como o Pai me conhece e eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas ovelhas. Por isto o Pai me ama, porque dou a minha vida para a retomar." João 10:11,12,13,15,17

Pastor que não cuida da ovelha estabelece um mau exemplo para todo o rebanho.

"As minhas ovelhas andaram desgarradas por todos os montes, e por todo alto outeiro; sim, as minhas ovelhas andaram espalhadas por toda a face da terra, sem haver quem as procurasse, ou as buscasse. Vivo eu, diz o Senhor Deus, que porquanto as minhas ovelhas foram entregues a rapina, e as minhas ovelhas vieram a servir de pasto a todas as feras do campo, por falta de pastor, e os meus pastores não procuraram as minhas ovelhas, pois se apascentaram a si mesmos, e não apascentaram as minhas ovelhas." Ez. 34:6,8

Já se foi o tempo em que culpávamos as pessoas que saiam da igreja afirmando que saíram porque eram rebeldes. Ovelha NAO foi feita para carregar peso! Ovelha não agüenta jugo, nem rigor e dureza! Elas fogem! Foi idéia de Deus. Deus fez a ovelha sensível mesmo, para ser tratada! Deus tem propósito nas suas carências de ovelha. Pastores: Deus já os fez mais sábios, experientes, com autoridade porem humildes, servos, dedicados as fragilidades das ovelhas. 

"Assim diz o Senhor Deus: Eis que eu estou contra os pastores; das suas mãos requererei as minhas ovelhas, e farei que eles deixem de apascentar as ovelhas, de sorte que não se apascentarão mais a si mesmos. Livrarei as minhas ovelhas da sua boca, para que não lhes sirvam mais de pasto." Ez. 34: 10

Ovelha bem cuidada=pastor satisfeito. A sua satisfação TEM que ser a condição do rebanho. Se o rebanho não esta tão bem, você também não deveria estar. Trabalhe para isto: O bem da ovelha e o seu bem.



Lessandro F. Santos

Sacerdócio e Dom.

 A Escritura ensina que todos os crentes são sacerdotes! O livro de Apocalipse declara que fomos feitos “sacerdotes para Deus” pela morte e erramamento do sangue deCristo (Ap.1.6; 5.10). A primeira epistola de Pedro também anuncia: “Vós também,como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais e agradáveis a Deus por Jesus Cristo.” 

A epistola aos hebreus exorta aos cristãos como um todo para que se aproximem de Deus dentro do véu, no lugar santíssimo – na presença de Deus (Hb.10.19-22; 13.15-16). Como sacerdotes,temos direito de “aproximarmos” da Sua presença. No lugar que nenhum filho de Arão podia entrar. Inclusive quando Arão, o Sumo Sacerdote de Israel, entrava umavez ao ano adentro do véu, não entrava com a liberdade como nos temos agora; no Dia da Expiação entrava com temor de morrer, porem, nós podemos entrar “eminteira certeza de fé.”. 

Nas diversas passagens da Escritura em que se trata da questão do sacerdócio, não há menção, nem sequer uma insinuação, de que só algunsdos santos são sacerdotes. Tampouco há nenhum outro lugar no Novo Testamentoonde se propõe tal conceito. Quando o Novo Testamento fala de sacerdócio, serefere ao ato que todos os crentes constituem tal sacerdócio.Portanto, a Escritura ensina que todos os cristãos são sacerdotes, e, portanto todostêm o mesmo privilegio de exercer este privilegio na presença de Deus, é evidenteque não há necessidade de designar nenhum clero aparte dos outros crentes para queexerçam estes privilégios em favor do resto. 

Nas reuniões para o culto e oração (nasquais os cristãos exercem seu sacerdócio), só temos que esperar no Espírito de Deuspara que Ele conduza as orações e louvores dos santos. Se O deixarmos dirigir aassembléia no posto que Lhe pertence, Ele conduzirá um irmão ali e outro irmão lá,para que expressem de maneira audível a adoração e o louvor como porta-vozes daassembléia.A Diferença Entre Sacerdócio e Dom É importante compreender a diferença entre sacerdócio e dom. São duas coisasdistintas. Um sacerdote vai a Deus em representação do povo, aquele que exerce seudom vai ao povo em representação de Deus.

Os dons são, particularmente, o que o Senhor dá, como Cabeça da igreja, aosdiversos membros de Seu corpo, para que possam desempenhar o posto que Deus lhestem dado no corpo. A Bíblia ensina que cada membro do corpo de Cristo recebeu umdom (1 Co.12.7; Ef.4.7; 1Pd.4.10; Rm.12.6-8).Entretanto, nem todos os membros do corpo de Cristo têm um dom para ministrar aPalavra. Alguns podem ter um dom facilmente reconhecível: como evangelistas,pastores ou mestres (Ef.4.4-16;.12.4-8; 1 Co.12.4-31); no caso de outros, podetratar-se de coisas menos definidas, como “exercer misericórdia” (Rm.12.8; 1 Co.12.28). Tanto ao se tratar de evangelismo ou de ajudas, uma coisa é certa: quetodos temos algo para fazer no corpo de Cristo. 

Os dons têm sido dados com o propósito de “aperfeiçoar os santos para a obra do ministério, para a edificação do corpo de Cristo; até que todos cheguemos a unidade da fé e ao conhecimento doFilho de Deus, a varão perfeito, a medida da estatura completa de Cristo. Para quenão sejamos mais como meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento dedoutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente.Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que a cabeça,Cristo” (Ef.4.12-15) isto nos mostra que os dons são para o beneficio espiritual da Igreja.

O Cristão Pode Ser Espírita?

ASSIM COMO NÃO existe cristianismo espírita não pode existir espiritismo cristão. O cristão espírita nem é espírita nem cristão. Quem assim vive, coxeia entre dois pensamentos. Ninguém pode seguir dois caminhos ao mesmo tempo.

O espiritismo não crê nos milagres de Jesus. Só acredita naquilo que pode ser explicado pelas leis da Natureza. Dito isto, não crê na ressurreição corporal de Jesus, nem na ressurreição de Lázaro, do filho da viúva de Naim e da filha de Jairo. Ora, quem não crê na ressurreição de Jesus não entra no reino de Deus (Rm 10.9).



O espiritismo não crê na existência de Satanás e dos anjos decaídos, os demônios. Ora, Jesus disse que “o fogo eterno foi preparado para o diabo e seus anjos” e para todos os que não O tenham como Senhor e Salvador (Mt 25.41). Trata-se de uma penitenciária de segurança máxima. Jesus expulsou Satanás de Sua presença (Mt 4.10). Se Satanás fosse um espírito desencarnado, ainda que inclinado a fazer o mal, Jesus o trataria com misericórdia e nenhum inferno estaria preparado para ele. Convém lembrar que a doutrina espírita da reencarnação dá oportunidade a que todos se aperfeiçoem.

O espiritismo não crê na divindade de Jesus, e em conseqüência não crê na Trindade, isto é, no Deus subsistente em três pessoas co-eternas e co-existentes. Porém, a Bíblia diz que o Verbo, que era Deus, se fez carne e habitou entre nós (Jo 1.1,2, 14). No Evangelho Segundo o Espiritismo (ESE), Allan Kardec examinou o capítulo segundo de S. João, mas não examinou o primeiro. Por quê? Se tivesse lido com atenção, quem sabe teria mudado de idéia.



O espiritismo não crê no Espírito Santo como pessoa da Trindade. Mas Jesus falou dEle usando o artigo definido: “Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito” (Jo 14.26). Em vez de crer no que está escrito nas Sagradas Escrituras, Kardec preferiu ouvir os “desencarnados”. Por isso, escreveu: “O espiritismo vem, na época predita, cumprir a promessa do Cristo. O espiritismo realiza o que Jesus disse do Consolador prometido” (ESE, Cap VI, item 4). Isto é, o espiritismo é o Espírito Santo de que falou Jesus. Os discípulos esperariam dezessete séculos até que surgisse o espiritismo para que se lembrassem de tudo quanto Jesus disse. E nós cristãos, que somos templo do Espírito Santo (Rm 8.9; 1 Co 3.16), ficaríamos por todo esse tempo sem a Sua presença para nos convencer do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8).

O plano de salvação dos homens no espiritismo é completamente diferente do de Deus. Lá, os desencarnados devem retornar muitas vezes à vida na terra, até atingirem a perfeição. No cristianismo, a salvação é garantida pelo arrependimento e a fé no Senhor Jesus, aceitando-O como seu Senhor e suficiente Salvador (Jo 3.18; Ef 2.8,9; Rm 10.9). Foi o que aconteceu com o ladrão crucificado ao lado de Jesus. Recebeu de Jesus a confirmação de sua salvação, sem a necessidade de novas vidas aqui na terra: “Na verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lc 23.43).


Por essas e outras, o cristão não pode, não deve e não é espírita. Ou é uma coisa ou outra. Tem o homem plena liberdade de escolher qual o caminho a seguir. 




Airton Evangelista da Costa 

Coração do Pastor

A Verdadeira Condição do Coração do Pastor 

O  ministério  do  pastor  nunca  é  apenas  formado  por  sua  experiência,  conhecimentos  e  capacidade.  Sempre  se  trata  da verdadeira condição do seu coração. Na verdade, se o seu coração não estiver bem colocado, o conhecimento e a capacidade o tornam perigoso.

Os  pastores  geralmente  lutam  para encontrar  uma  comunhão  viva,  humilde, dependente,  celebratória,  adoradora,  meditativa com  Cristo.  É  como  se  Jesus  tivesse  abandonado  o  edifício.  Há  todo  tipo  de  conhecimento  e  capacidade  de  ministério,  mas parece  divorciado  de  uma  comunhão  viva  com  o  Cristo  vivo  e  sempre  presente.  Toda  esta  atividade,  conhecimentos  e capacidade  parecem  receber  combustível  de  outro  lugar.  O  ministério  se  torna  chocantemente  impessoal.  Contém  conteúdo teológico, capacidade exegética, compromissos eclesiásticos e avanços institucionais. É uma preparação para o próximo sermão, atender  o  próximo  item  da  agenda,  e  cumprir  os  requisitos  de  abertura  da  liderança.  Trata-se  de  orçamentos,  planos estratégicos e parcerias de ministério.

Nenhuma dessas  coisas  é  errada  em  si  mesma. Muitas delas  são  essenciais.  Mas nunca devem  constituir fins em  si  mesmos. Nunca deveriam ser a máquina que impele o veículo. Devem todas expressar alguma coisa mais profunda no coração do pastor. O pastor deve estar interessado, deslumbrado, apaixonado pelo seu Redentor de maneira que tudo o que pensa, deseja, escolhe, decide, diz e faz é impelido pelo amor a Cristo e a segurança do repouso no amor de Cristo. 

Ele deve se expor regularmente, humilhar-se, assegurar-se e repousar na graça do Redentor. Seu coração deve amolecer dia a dia pela comunhão com Cristo de maneira que se torne um servo-líder amoroso, paciente, perdoador, encorajador e doador. Suas meditações sobre Cristo, sua presença, suas promessas e suas provisões não devem ser sobrepujadas por suas meditações sobre como fazer o seu ministério funcionar.

Proteção Contra Todos os Outros Amores

Apenas o amor a Cristo pode defender o coração do pastor contra todos os outros amores que têm o potencial de seqüestrar o seu ministério. Apenas a adoração a Cristo tem o poder de protegê-lo de todos os ídolos sedutores do ministério que sussurram aos  seus  ouvidos.  Apenas  a  glória  do  Cristo  ressuscitado  vai  guardá-lo  da  glória  pessoal  que  tenta  e  destrói  o  ministério  de tantos.

Apenas Cristo pode transformar um seminarista graduado, arrogante, materialista em um doador humilde e paciente da graça. Apenas gratidão profunda por um Salvador sofredor pode transformar um homem em servo sofredor no ministério. Apenas um quebrantamento  diante  do  seu  próprio  pecado  pode  desenvolver  graça  para  com  indivíduos  rebeldes  entre  os  quais  Deus  o chamou para ministrar. Apenas quando sua identidade estiver firmemente enraizada em Cristo você poderá descobrir a liberdade de buscar a identidade no seu ministério.

Devemos ter o cuidado de definir capacidade ministerial e maturidade espiritual. Há o perigo de se pensar que os seminaristas formados que foram bem treinados e bem instruídos estão preparados para o ministério, ou achar que conhecimento, atividade e capacidade  para  o  ministério  é  maturidade  espiritual  pessoal.  A  maturidade  é  uma  coisa  vertical  que  se  expressa horizontalmente numa variedade extensa. A maturidade se refere ao relacionamento com Deus que resulta em uma vida sábia e humilde. A maturidade do amor a Cristo expressa-se no amor ao próximo.

A  gratidão  pela  graça  de  Cristo  se  expressa  na  graça  para  com  os  outros.  A  gratidão  pela  paciência  e  o  perdão  de  Cristo capacita-nos a sermos pacientes e perdoadores. A experiência diária da salvação do evangelho dá-nos paixão pelas pessoas que estão experimentando a mesma salvação. É a terra em que o verdadeiro sucesso ministerial se desenvolve.



Paul Tripp

Pastor e ovelha.


Seguir o líder do rebanho nem sempre é o melhor. Certa manhã, meu amigo segurou um cabo de vassoura diante da primeira ovelha, enquanto o rebanho deixava o aprisco.  A ovelha que liderava o rebanho pulou o obstáculo. Ken então retirou o cabo de vassoura, mas as demais ovelhas continuaram a saltar no mesmo local, embora o objeto que motivava o salto já tivesse sido removido. Você já fez algo só porque outra pessoa estava fazendo, sem perguntar por quê? Ou seguiu uma prática tradicional sem se deter para avaliar se ainda era necessária? 

A ilusão da grama mais verde. Um velho ditado diz: “A grama é sempre mais verde do outro lado da cerca”. Ovelhas também acreditam nisso, segundo Ken observou seu rebanho fazer. Elas literalmente destruíram a grama sob suas patas, enquanto se esforçavam para comer a que estava do lado de fora do cercado. Algum dia você já fez o mesmo com seu emprego, empresa ou família, simplesmente porque uma segunda alternativa aparentava ser melhor - e acabou descobrindo que não era?

Por conta própria, ovelhas tendem a se meter em problemas. Às vezes a ovelha decide adotar seu próprio rumo, desviando-se da vigilância protetora do pastor. O resultado pode ser desastroso: pernas quebradas, ficar enroscada nos arbustos e até mesmo cair e ficar incapaz de colocar-se novamente de pé. Sem  imediata assistência do pastor, poucos minutos a separam da morte.  
“Todos nós éramos como ovelhas que se haviam perdido; cada um de nós seguia o seu próprio caminho...” (Isaías 53, 6).  Sem a direção de um pastor diligente, ovelhas podem facilmente de deparar com catástrofes.  
No mundo profissional e empresarial uma das tarefas que os líderes têm é servir como “pastores supervisionando seu rebanho” no desempenho de suas responsabilidades. O líder deve proporcionar ambiente de trabalho seguro, prever perigos que espreitam adiante e certificar-se de que os trabalhadores recebam o que precisam para um desempenho excelente.  

Sob a perspectiva espiritual, um sábio pastor no ambiente de trabalho olha para o exemplo de Jesus Cristo, que descreveu a Si mesmo como “Eu sou o bom pastor; conheço as Minhas ovelhas, e elas Me conhecem” (João 10, 14).  Anteriormente, na mesma passagem, Ele disse: “O bom pastor dá a vida pelas ovelhas” (João 10, 11). Quando líderes demonstram disposição para fazer o que for necessário, colocando o interesse dos trabalhadores em primeiro lugar, podem estar certos de que atrairão seguidores fiéis.  




Robert J. Tamasy

Idolatria ao Dar Graças.

Jonathan Edwards tem uma palavra para o nosso tempo, quedificilmente seria mais penetrante se ele estivesse vivo hoje. Tem a ver com ofundamento da gratidão. A verdadeira gratidão ou agradecimento a Deus, por suabondade para conosco, surge de um fundamento lançado antes:amar a Deus pelo que Ele é em si mesmo; enquanto a gratidãonatural não tem tal fundamento antecedente. As comoçõesgraciosas de afeição grata para com Deus, pela bondade recebida,sempre procedem de um estoque de amor já presente nocoração, estabelecido em primeiro lugar sobre outrofundamento, a saber, a própria excelência de Deus.

 Em outras palavras, a gratidão que agrada a Deus não é, em primeiroplano, um deleite nos benefícios dados por Deus (embora isso faça partedela). A verdadeira gratidão deve estar enraizada em algo que vem antes, istoé, um deleite na beleza e na excelência do caráter de Deus. Se isto não for ofundamento de nossa gratidão, então não está acima do que o “homemnatural” – sem o Espírito e a nova natureza em Cristo – experimenta. Nessecaso, a “gratidão” a Deus não Lhe é mais agradável do que todas as outrasemoções que os incrédulos têm sem deleitarem-se nele.Você não seria honrado se eu lhe agradecesse freqüentemente pelosseus dons para comigo, mas não tivesse consideração espontânea e profundapor você como pessoa. Você se sentiria insultado, não importando o quantoeu lhe agradecesse por seus dons. Se o seu caráter e personalidade não meatraíssem, nem me dessem alegria de estar na sua presença, você se sentiriausado, como uma ferramenta ou uma máquina para produzir as coisas que eurealmente amo.O mesmo acontece com Deus. Se não somos atraídos por Suapersonalidade e caráter, todas as nossas declarações de gratidão são como agratidão de uma esposa ao marido pelo dinheiro que ela recebe dele para usarem seu relacionamento com outro homem. 


Esta é exatamente a figura apresentada em Tiago 4:3-4. Tiago critica os motivos da oração que trata aDeus como um marido de adúltera: “Pedis, e não recebeis, porque pedis mal,para o gastardes em vossos deleites. Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós quea amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiserser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus”. Por que ele chama essaspessoas que oravam de adúlteras? Porque, embora estivessem orando,estavam abandonando seu marido (Deus) e indo atrás de um amante (omundo). E para piorar as coisas, estavam pedindo a seu marido (em oração)que financiasse o adultério.Surpreendentemente, esta mesma dinâmica espiritual deficiente éverdadeira, às vezes, quando as pessoas agradecem a Deus por ter mandadoCristo para morrer por elas. Talvez você já tenha ouvido alguém dizer oquanto devemos ser gratos pela morte de Cristo, porque ela nos mostra ogrande valor que Deus nos deu. Qual é o fundamento desta gratidão?Jonathan Edwards chama isso de gratidão de hipócritas. Por quê?Porque,primeiro eles se regozijam e se elevam com o fato de que sãomuito estimados por Deus; e então, sobre esse fundamento,Deus lhes parece de certa forma amável… Eles se alegram nomais alto grau em ouvir o quanto Deus e Cristo os estima.Portanto, o gozo deles é na verdade um gozo em si mesmos, enão em Deus.

 É chocante descobrir que uma das descrições mais comuns, hoje, sobrecomo responder à cruz, pode ser uma descrição de amor natural por simesmo, sem qualquer valor espiritual.Faremos bem em dar ouvidos a Jonathan Edwards. Ele não estavaapenas nos explicando a verdade bíblica de que devemos fazer todas as coisas,incluindo dar graças, para a glória da Deus (Coríntios 10:31)? E Deus não églorificado se o fundamento da nossa gratidão é o valor do dom, e não aexcelência do Doador. Se a gratidão não está enraizada na beleza de Deusantes do dom, ela provavelmente é uma idolatria disfarçada. Que Deus nosconceda um coração que se deleite nele por aquilo que Ele é, para que toda anossa gratidão por seus dons seja o eco da alegria na excelência do Doador!




John Piper

Cristianismo.

Você já meditou sobre o cristianismo? Em que estão fundadas suas bases? Quais as suas origens? Qual o seu verdadeiro significado? Será que ser um cristão é enquadrar-se no que
o sistema religioso tem estabelecido nos dias de hoje. Acompanhe em sua bíblia e tenha essas respostas.

Você sabia que a igreja de Cristo tem passado por graves crises?

1ª Crise: A variedade de igrejas, cada uma com suas próprias convicções têm deixado as pessoas perdidas. Hoje existem igrejas para todos os gostos, desde a que promete riquezas estupendas, até a que propõe acesso direto ao céu pelo seu intermédio.

2ª Crise: Há uma crise doutrinária, pois nos últimos 70 anos têm surgido práticas e crenças incomuns à igreja primitivas, jamais, feitas ou ensinadas por Jesus, e pelos apóstolos. 

* A bíblia sempre deixou claro que surgiriam falsas doutrinas

Hebreus 13:9 
“Não vos deixeis levar em redor por doutrinas várias e estranhas...”.

3ª Crise: A pior crise e mais cruel é o abandono da palavra de Deus como ensino doutrinário, com a qual se formam crentes edificados sobre a rocha. O povo de Deus tem se limitado a ouvir os milagres de Jesus, ou que Deus abriu o mar vermelho ou que Davi derrotou Golias. 
A palavra que corrige e transforma a vida de um cristão o santificado e tornando-o apto à prática da justiça tem sido trocada por frias liturgias, ou mensagens motivacionais. 

* O povo de Deus, em sua maioria, ironicamente não suporta as verdades da bíblia. 

2° Timóteo 4:3-4 
“Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina...”, “... E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas”.

Características do falso cristianismo

1º Teologia da prosperidade: Muitos têm apresentado um cristianismo com base em riquezas e numa busca incessante por bens materiais, através de práticas antibíblicas. Esses tais têm explorado o lado frágil-esperançoso de um povo que não conhece a Deus. Esses lugares incentivam o povo a desafiar Deus com sacrifícios financeiros, passando a idéia de um Deus mercenário, e voluntarioso a quem pagar mais. 

2 Pedro 2:1-3 
“Haverá falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras...”, 
“Também, movidos pela ganância, e com palavras fingidas, eles farão de vós negócio”. 

1 Timóteo 6:9-11
“Os que querem ficar ricos caem em tentação...”, “Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males”.

Mateus 6:33 
“Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”.

2º Um Deus impotente: Outros apresentam um cristianismo que transmite a imagem de um Deus impotente, nesses lugares a estrela principal é o diabo, o ser amedrontador, que sai de um, entra em outro, seta um e joga cascas de banana no caminho. Depois disso vêm orações incessantes contra feitiçarias, maldições, agouros, invejas. 
E o povo de Deus, coitado, Há 10, 20, 30 anos ou uma vida toda em correntes de libertação, cultos de “quebra de maldição”, Entre outros rituais. Transmitindo a falsa idéia que o cristianismo consiste nessas práticas inacabáveis.

1 Crônicas 29:11-12
“Tua é, SENHOR, a magnificência, e o poder, e a honra, e a vitória, e a majestade...”, “Tu dominas sobre tudo, e na tua mão há força e poder”.

Hebreus 2:14 
“Para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo...”.

1 João 5:18
“Aquele que nasceu de Deus o guarda, e o Maligno não lhe toca”.

3° Legalismo religioso: Já outros têm apresentado um cristianismo baseado em regras humanas e proibições. Tais como, proibir as mulheres de cortar o cabelo, usar calça jeans, usar jóias, entre outras. No caso dos homens: não use bermudas, não jogue futebol, não use bigode... Nesses sistemas legalistas o perfeito cristão é aquela pessoa alienada e totalmente privada de uma vida social. Deus na mente deles está sempre esperando uma oportunidade de arrebentar e castrar seus filhos. Passam a idéia de um Deus desmancha prazeres que ameaça com o fogo do inferno.

* Mulheres usando jóias.
Gênesis 24:30

“Quando viu o pendente e as pulseiras nas mãos de sua irmã...”.
Salmo 32:9

“Não sejais como o cavalo ou a mula, sem entendimento, os quais com freios e cabrestos são dominados; de outra sorte não te obedecem”.
Mateus 23:4

“Atam fardos pesados e os põem sobre os ombros dos homens; entretanto, eles mesmos nem com o dedo querem movê-los”.
Marcos 7:7

“Em vão, porém, me honram, Ensinando doutrinas que são mandamentos de homens”.
Colossenses 2:16-23

“Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir...”, “Se morrestes com Cristo para os rudimentos do mundo, por que, como se vivêsseis no mundo, vos sujeitais a ordenanças: não manuseies isto, não proves aquilo, não toques aquiloutro, segundo os preceitos e doutrinas dos homens? Pois que todas estas coisas, com o uso, se destroem. Tais coisas, com efeito, têm aparência de sabedoria, como culto de si mesmo, e de falsa humildade, e de rigor ascético; todavia, não têm valor algum contra a sensualidade”.

Bases do verdadeiro cristianismo

1 – O verdadeiro cristianismo tem que estar fundamentado em Jesus Cristo, o único autor e consumador de nossa salvação. 

1 Timóteo 2:5
“E um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo...”.

Atos 4:10-12
“Este Jesus é pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se tornou a pedra angular. E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos”.

2 – O verdadeiro cristianismo tem de estar fundamentado no profundo conhecimento da palavra de Deus, sem espaço para lógicas humanas ou “achismos”. E fazer da bíblia sua única e exclusiva regra de fé. 
* A bíblia sempre exortou o conhecimento 

2 Pedro 3:18
“Crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno”.

2 Timóteo 3:16-17
“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça”. 

* Conseqüências da falta de conhecimento

Oséias 4:6
“O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento...”.

*O Conhecimento de Deus tem que ser a prioridade na vida de um cristão.
Oséias 6:6

“Porque eu quero a misericórdia, e não o sacrifício; e o conhecimento de Deus, mais do que os holocaustos”.

Os Últimos Dias.

Temos presenciado nestes últimos meses acontecimentos que tem despertado em nós preocupações e espanto a respeito do aumento da violência, dos casos de abusos de menores, terremotos, rumores de guerras entre países, crimes horrendos e de crueldade crescente. Alguns, como que tentando compreender ou até mesmo se conformar com estes fatos têm citado a Bíblia para explicar tamanha degeneração dos bons costumes humanos, buscando consolo nos Textos Sagrados para compreender o que nos cerca.


Jesus Cristo, no livro de São Mateus, capítulo 24 nos dá um panorama do que aconteceria nos últimos dias, os dias que precederiam a Sua volta a esta Terra. Muito ainda dizem que Ele nunca voltará, pois se o mataram da primeira vez, o fariam de novo, mas quando ele veio da primeira vez, veio como Cordeiro (João 1:29), agora virá como Leão (Apocalipse 5:5 e 10:3), sem possibilidade de ser capturado e morto, quem assim diz demonstra total desconhecimento da Bíblia. O Panorama apresentado em Mateus nos dá algumas pistas como nos versículos 6 e parte do 7: “E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino...”.




Você até pode argumentar que sempre houve guerras no mundo, que não é nada novo, mas hoje, no mundo, temos 44 guerras em andamento na atualidade (computadas de 2003 até hoje), um número que nunca houve na história da humanidade, isso sem levar em conta conflitos diplomáticos. Também diz no restante do versículo 7, do mesmo capítulo 24: “haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares”. Do mesmo modo, muitos argumentam que sempre houve terremotos, que agora a mídia divulga com muito mais rapidez, mas de janeiro a 15 de junho de 2010, tivemos 34 terremotos de magnitude superior a 3.0, ignorando os tremores mais brandos, abalos ocorrido no Haiti e no Chile foram amplamente divulgados, mas os da Espanha (6.3) em 11/04, Baja Californiano México em 4/10 (7.2) na Índia em 12/06 (7.5), não foram mencionados nos meios de comunicação, derrubando assim este mito, e reforçando que, sem dúvida, os abalos sísmicos têm aumentado, confirmando as profecias de Jesus.



Em II Tessalonicenses 2:3, Paulo Afirma: “Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia”. Referindo-se aos eventos finais deste mundo o Apóstolo ressalta a apostasia do fim dos tempos. A palavra apostasia pode ser interpretada por “afastamento da verdade, ou no abandono e na oposição a uma idéia ou doutrina anteriormente aceita”, sendo esta fé anterior segundo Paulo e o contexto, o evangelho, seria então como o surgimento de um novo evangelho, ou uma corrupção do verdadeiro evangelho, e é isso que temos presenciado na Igreja de Jesus nestes tempos, em que impera não mais o Evangelho de Arrependimento, de tomar a sua cruz e seguir a Cristo, mas um evangelho barato, sem dor, de barganhas com Deus, fazendo d´Ele um garçom para servir os homens conforme as necessidades surgem.



Este evangelho tem dominado a grande maioria das Igrejas chamadas Evangélicas, que tem substituídos suas reuniões solenes (os cultos) por ajuntamentos para celebrar uma alegria superficial, não profunda, mascarando a verdadeira alegria que é fazer parte do Corpo de Cristo na Terra. Muitos tem se sentido mais vazios de esperança pois não ouvem mais mensagens pregadas pelos pastores, de arrependimento, de mudança de vida, da alegria de servir a Cristo, mas apenas mensagens que elevam a autoestima, a valorização do homem pelo homem e promessas de vida melhor nesta terra, em que o homem tem que dominar tudo a sua volta.



O Evangelho do Senhor Jesus ainda é um evangelho de cruz, de coroa de espinhos, de cravos nas mãos e nos pés, e não um evangelho diet que não choca quem o ouve. A mensagem do verdadeiro evangelho tem que provocar dores na alma de quem a ouve, provocar impacto na vida de quem recebe a Palavra, dor pelo seu pecado, um desejo de mudança, angústia com sua condição de pecador e necessidade de um arrependimento genuíno e de uma vida regrada pela Palavra de Deus. Não é o Evangelho que tem de adaptar ao mundo, pois o mundo passará, “E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre” (I João 2:17) mas o homem tem que converter de seus maus caminhos se submeter ao evangelho de Jesus Cristo.



Pensando assim, creio que o maior sinal da volta do Senhor Jesus e o final dos Tempos seja a Apostasia dentro das Igrejas chamadas Cristãs, sinal este muito maior que terremotos, guerras e fomes. Leia Amós 8:11-12 “Eis que vêm dias, diz o Senhor DEUS, em que enviarei fome sobre a terra; não fome de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do SENHOR. E irão errantes de um mar até outro mar, e do norte até ao oriente; correrão por toda a parte, buscando a palavra do SENHOR, mas não a acharão.”. Isso já começou, está difícil Igrejas que pregam a Palavra de Deus pura, sem mistura de homem, o que vemos uma psicologia barata de livrinhos de auto ajuda como “5 passos para a vitória”, “3 passos para remir seu tempo”, “7 passos para ter sucesso ministerial”, e por aí se vai. Em Timóteo 4:3-4 nós lemos: “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.”



O povo ouve o que gosta de ouvir, mas Jesus sempre disse ao povo o que eles precisavam ouvir. A humanidade caminha para um evento que nunca antes houve em sua história, a volta do Rei Jesus. Atos 1:11.

Prepara-te para encontrares com teu Criador. Amós 4:12.


Neilton Domingues

Busca

Curiosidades.

O nome "Bíblia" vem do grego "Biblos", nome da casca de um papiro do século XI a.C.. Os primeiros a usar a palavra "Bíblia" para designar as Escrituras Sagradas foram os discípulos do Cristo, no século II d.C.

Você Crê em Jesus? clique aqui