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Caminho, Verdade e Vida


"A maioria dos cristãos não consegue admitir que só aceita a Cristo porque já sabe o fim da história; já sabe que Ele ressuscitou de entre os mortos!

Todavia, o que muitos de nós não conseguimos ver é que somos “crentes da história de Cristo”, mas não somos crentes da “Verdade de Jesus”; pertencemos à “igreja”, mas nem sempre somos parte daquilo que Jesus chama de “Caminho, Verdade e Vida”.


Ao contrário, muitas vezes, pertencemos ao que deveria ser denominado de Conduta, Imagem e Performance. Essa é a religião da maioria. E, para esses, a Instituição humana, que representa Deus na Terra, torna-se a Única Mediadora entre Deus e os homens; e, assim, assenta-se num Trono de Soberania sobre os demais homens, o que a põe numa horrível rota de colisão contra Aquele que não dá Sua Glória a outrem."






Caio Fabio

COMIDAS E BEBIDAS

E,tendo convocado a multidão, lhes disse: Ouvi e entendei: não é o que entra pela boca o que contamina o homem, mas o que sai da boca, isto, sim, contamina o homem [Mateus 15:10-11].

Comidas e bebidas não contaminam o homem, a tradição judaica era baseada nessas coisas. Os quais não passam de ordenanças da carne, baseadas
somente em comidas, e bebidas, e diversas abluções, impostas até ao tempo oportuno da reforma [Hebreus 9:10].

Os fariseus sempre tinham algo para acusar, tomando ou não o vinho, mas, Jesus os respondeu. Pois veio João Batista, não comendo pão, nem bebendo vinho, e dizeis: Tem demônio ! Veio o Filho do homem, comendo e bebendo, e dizeis: Eis aí um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores ! [Lucas 7:33-34].

Alguns dizem que o vinho que Jesus bebeu era puro, mas Noé se embriagou com vinho, se Jesus tivesse bebido suco de uva, os fariseus não o  chamariam de beberrão.

Na verdade tudo é puro para quem conhece a palavra. Todas as cousas são puras para os puros; todavia, para os impuros e descrentes, nada é puro. Porque tanto a mente como a consciência deles estão corrompidas [Tito 1:15].

Eu sei e estou persuadido, no Senhor Jesus, de que nenhuma cousa é de si mesma impura, salvo para aquele que assim a considera; para esse é  impura [Romanos 14:14].

O reino de Deus não é baseado em abster-se de comida ou bebida. Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo [Romanos 14:17].

Não toque no ungido do Senhor!

“Não toque no ungido do Senhor! Aí daquele que toca no ungido!” Essas são frases famosas para disfarçar a safadeza dos vendilhões que estão a solta por aí hoje em dia. No desespero de tentar proteger o líder carismático, o fiel tenta argumentar das mais diversas formas, o que seria louvável se os líderes em questão possuíssem algum tipo de razão.

Bem, vamos lá! A expressão “ungido do Senhor” é messiânica, e todos aqueles que atualmente se apropriam dela, estão, na realidade, colocando-se no mesmo patamar de Jesus Cristo, exigindo das pessoas uma reverência, dignidade e honra que pertencem somente a Jesus, o Ungido do Senhor.

Os intocáveis “ungidos do Senhor” querem impor a ideia que possuem um tipo de unção diferenciada, uma unção não possuída pelos membros da igreja, o que é algo falso e antibíblico. Pastores não são “ungidos do Senhor” de maneira especial. Eles não são Ungidos, Messias, dotados de um tipo de “imunidade eclesiástica”.

Todas as pessoas que estão ligadas ao Cristo, são igualmente ungidos pelo Espírito Santo como profetas, sacerdotes e reis. Pedro faz uma afirmação fantástica nesse sentido: “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1Pedro 2.9).


gospelmais

PASTOR DE PÚLPITO E NÃO DE OVELHAS


Tenho observado um comportamento extremamente comum nas igrejas evangélicas de todo o país. É o pastor de púlpito, e sempre com ótima homília, mas que nunca visitam as “ovelhas da igreja”. Ou mandam os presbíteros visitar os membros, ou fingem que os membros não existem perante a igreja.

Cuidem por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu pastores, para pastoreardes a igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue.

Cuidar de si mesmo é pré-requisito para quem pretende cuidar de outros.

Hoje se fala em conservar saúde física e mental, família e finanças ordenadas, boa administração do tempo, vida devocional, disciplina de estudos. Porém, é pouco provável que Paulo estivesse pensando nisso quando recomendou “cuidado”. A preocupação do apóstolo visava perseverança na fé e no ensino, alertava sobre o perigo dos falsos mestres, da ganância e dos desvios de conduta.

Os grandes males que têm destruído ministérios pastorais são: a imoralidade sexual, em todas suas manifestações; a arrogância e o orgulho, que trazem a reboque os desvios doutrinários e a tirania religiosa; a vaidade, a inveja e a cobiça, que levam alguns a tentar viver num padrão que não podem ou desejar coisas que não precisam.

Cuidar do rebanho de Deus é um privilégio.

Moisés teve que aprender a cuidar dos rebanhos de seu sogro antes de liderar Israel; um rei foi escolhido por ter “coração de pastor”, capaz de por a vida em risco na luta contra um urso e um leão para defender uma única ovelha. Ora, se Davi era tão cuidadoso com o rebanho de Jessé, não seria também achado fiel no cuidado do rebanho de Jeová?

No dia a dia do ministério pastoral o grande desafio é não perder a ternura, o prazer de ter cheiro de ovelha, o gosto de conduzir, de guiar sem opressão, apenas sendo modelo, exemplo de fé, pureza e amor. É a tarefa mais excelente dentre as muitas oportunidades de servir no Reino de Deus, daí serem muitos os líderes, mestres, evangelistas, profetas, cantores e administradores que são chamados de pastores. Muitos têm o título, pois é cultural se dar maior valor as expressões como “pastor”, “reverendo”, “bispo” e hoje até “apóstolo”.

Todavia, nem estes todos que usam o título têm coração de pastor.
PASTOR DE PÚLPITO E NÃO DE OVELHAS…
Precisamos de pastores com coração de pastor.

Sacerdócio e Dom.

 A Escritura ensina que todos os crentes são sacerdotes! O livro de Apocalipse declara que fomos feitos “sacerdotes para Deus” pela morte e erramamento do sangue deCristo (Ap.1.6; 5.10). A primeira epistola de Pedro também anuncia: “Vós também,como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais e agradáveis a Deus por Jesus Cristo.” 

A epistola aos hebreus exorta aos cristãos como um todo para que se aproximem de Deus dentro do véu, no lugar santíssimo – na presença de Deus (Hb.10.19-22; 13.15-16). Como sacerdotes,temos direito de “aproximarmos” da Sua presença. No lugar que nenhum filho de Arão podia entrar. Inclusive quando Arão, o Sumo Sacerdote de Israel, entrava umavez ao ano adentro do véu, não entrava com a liberdade como nos temos agora; no Dia da Expiação entrava com temor de morrer, porem, nós podemos entrar “eminteira certeza de fé.”. 

Nas diversas passagens da Escritura em que se trata da questão do sacerdócio, não há menção, nem sequer uma insinuação, de que só algunsdos santos são sacerdotes. Tampouco há nenhum outro lugar no Novo Testamentoonde se propõe tal conceito. Quando o Novo Testamento fala de sacerdócio, serefere ao ato que todos os crentes constituem tal sacerdócio.Portanto, a Escritura ensina que todos os cristãos são sacerdotes, e, portanto todostêm o mesmo privilegio de exercer este privilegio na presença de Deus, é evidenteque não há necessidade de designar nenhum clero aparte dos outros crentes para queexerçam estes privilégios em favor do resto. 

Nas reuniões para o culto e oração (nasquais os cristãos exercem seu sacerdócio), só temos que esperar no Espírito de Deuspara que Ele conduza as orações e louvores dos santos. Se O deixarmos dirigir aassembléia no posto que Lhe pertence, Ele conduzirá um irmão ali e outro irmão lá,para que expressem de maneira audível a adoração e o louvor como porta-vozes daassembléia.A Diferença Entre Sacerdócio e Dom É importante compreender a diferença entre sacerdócio e dom. São duas coisasdistintas. Um sacerdote vai a Deus em representação do povo, aquele que exerce seudom vai ao povo em representação de Deus.

Os dons são, particularmente, o que o Senhor dá, como Cabeça da igreja, aosdiversos membros de Seu corpo, para que possam desempenhar o posto que Deus lhestem dado no corpo. A Bíblia ensina que cada membro do corpo de Cristo recebeu umdom (1 Co.12.7; Ef.4.7; 1Pd.4.10; Rm.12.6-8).Entretanto, nem todos os membros do corpo de Cristo têm um dom para ministrar aPalavra. Alguns podem ter um dom facilmente reconhecível: como evangelistas,pastores ou mestres (Ef.4.4-16;.12.4-8; 1 Co.12.4-31); no caso de outros, podetratar-se de coisas menos definidas, como “exercer misericórdia” (Rm.12.8; 1 Co.12.28). Tanto ao se tratar de evangelismo ou de ajudas, uma coisa é certa: quetodos temos algo para fazer no corpo de Cristo. 

Os dons têm sido dados com o propósito de “aperfeiçoar os santos para a obra do ministério, para a edificação do corpo de Cristo; até que todos cheguemos a unidade da fé e ao conhecimento doFilho de Deus, a varão perfeito, a medida da estatura completa de Cristo. Para quenão sejamos mais como meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento dedoutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente.Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que a cabeça,Cristo” (Ef.4.12-15) isto nos mostra que os dons são para o beneficio espiritual da Igreja.

Coração do Pastor

A Verdadeira Condição do Coração do Pastor 

O  ministério  do  pastor  nunca  é  apenas  formado  por  sua  experiência,  conhecimentos  e  capacidade.  Sempre  se  trata  da verdadeira condição do seu coração. Na verdade, se o seu coração não estiver bem colocado, o conhecimento e a capacidade o tornam perigoso.

Os  pastores  geralmente  lutam  para encontrar  uma  comunhão  viva,  humilde, dependente,  celebratória,  adoradora,  meditativa com  Cristo.  É  como  se  Jesus  tivesse  abandonado  o  edifício.  Há  todo  tipo  de  conhecimento  e  capacidade  de  ministério,  mas parece  divorciado  de  uma  comunhão  viva  com  o  Cristo  vivo  e  sempre  presente.  Toda  esta  atividade,  conhecimentos  e capacidade  parecem  receber  combustível  de  outro  lugar.  O  ministério  se  torna  chocantemente  impessoal.  Contém  conteúdo teológico, capacidade exegética, compromissos eclesiásticos e avanços institucionais. É uma preparação para o próximo sermão, atender  o  próximo  item  da  agenda,  e  cumprir  os  requisitos  de  abertura  da  liderança.  Trata-se  de  orçamentos,  planos estratégicos e parcerias de ministério.

Nenhuma dessas  coisas  é  errada  em  si  mesma. Muitas delas  são  essenciais.  Mas nunca devem  constituir fins em  si  mesmos. Nunca deveriam ser a máquina que impele o veículo. Devem todas expressar alguma coisa mais profunda no coração do pastor. O pastor deve estar interessado, deslumbrado, apaixonado pelo seu Redentor de maneira que tudo o que pensa, deseja, escolhe, decide, diz e faz é impelido pelo amor a Cristo e a segurança do repouso no amor de Cristo. 

Ele deve se expor regularmente, humilhar-se, assegurar-se e repousar na graça do Redentor. Seu coração deve amolecer dia a dia pela comunhão com Cristo de maneira que se torne um servo-líder amoroso, paciente, perdoador, encorajador e doador. Suas meditações sobre Cristo, sua presença, suas promessas e suas provisões não devem ser sobrepujadas por suas meditações sobre como fazer o seu ministério funcionar.

Proteção Contra Todos os Outros Amores

Apenas o amor a Cristo pode defender o coração do pastor contra todos os outros amores que têm o potencial de seqüestrar o seu ministério. Apenas a adoração a Cristo tem o poder de protegê-lo de todos os ídolos sedutores do ministério que sussurram aos  seus  ouvidos.  Apenas  a  glória  do  Cristo  ressuscitado  vai  guardá-lo  da  glória  pessoal  que  tenta  e  destrói  o  ministério  de tantos.

Apenas Cristo pode transformar um seminarista graduado, arrogante, materialista em um doador humilde e paciente da graça. Apenas gratidão profunda por um Salvador sofredor pode transformar um homem em servo sofredor no ministério. Apenas um quebrantamento  diante  do  seu  próprio  pecado  pode  desenvolver  graça  para  com  indivíduos  rebeldes  entre  os  quais  Deus  o chamou para ministrar. Apenas quando sua identidade estiver firmemente enraizada em Cristo você poderá descobrir a liberdade de buscar a identidade no seu ministério.

Devemos ter o cuidado de definir capacidade ministerial e maturidade espiritual. Há o perigo de se pensar que os seminaristas formados que foram bem treinados e bem instruídos estão preparados para o ministério, ou achar que conhecimento, atividade e capacidade  para  o  ministério  é  maturidade  espiritual  pessoal.  A  maturidade  é  uma  coisa  vertical  que  se  expressa horizontalmente numa variedade extensa. A maturidade se refere ao relacionamento com Deus que resulta em uma vida sábia e humilde. A maturidade do amor a Cristo expressa-se no amor ao próximo.

A  gratidão  pela  graça  de  Cristo  se  expressa  na  graça  para  com  os  outros.  A  gratidão  pela  paciência  e  o  perdão  de  Cristo capacita-nos a sermos pacientes e perdoadores. A experiência diária da salvação do evangelho dá-nos paixão pelas pessoas que estão experimentando a mesma salvação. É a terra em que o verdadeiro sucesso ministerial se desenvolve.



Paul Tripp

Pastor e ovelha.


Seguir o líder do rebanho nem sempre é o melhor. Certa manhã, meu amigo segurou um cabo de vassoura diante da primeira ovelha, enquanto o rebanho deixava o aprisco.  A ovelha que liderava o rebanho pulou o obstáculo. Ken então retirou o cabo de vassoura, mas as demais ovelhas continuaram a saltar no mesmo local, embora o objeto que motivava o salto já tivesse sido removido. Você já fez algo só porque outra pessoa estava fazendo, sem perguntar por quê? Ou seguiu uma prática tradicional sem se deter para avaliar se ainda era necessária? 

A ilusão da grama mais verde. Um velho ditado diz: “A grama é sempre mais verde do outro lado da cerca”. Ovelhas também acreditam nisso, segundo Ken observou seu rebanho fazer. Elas literalmente destruíram a grama sob suas patas, enquanto se esforçavam para comer a que estava do lado de fora do cercado. Algum dia você já fez o mesmo com seu emprego, empresa ou família, simplesmente porque uma segunda alternativa aparentava ser melhor - e acabou descobrindo que não era?

Por conta própria, ovelhas tendem a se meter em problemas. Às vezes a ovelha decide adotar seu próprio rumo, desviando-se da vigilância protetora do pastor. O resultado pode ser desastroso: pernas quebradas, ficar enroscada nos arbustos e até mesmo cair e ficar incapaz de colocar-se novamente de pé. Sem  imediata assistência do pastor, poucos minutos a separam da morte.  
“Todos nós éramos como ovelhas que se haviam perdido; cada um de nós seguia o seu próprio caminho...” (Isaías 53, 6).  Sem a direção de um pastor diligente, ovelhas podem facilmente de deparar com catástrofes.  
No mundo profissional e empresarial uma das tarefas que os líderes têm é servir como “pastores supervisionando seu rebanho” no desempenho de suas responsabilidades. O líder deve proporcionar ambiente de trabalho seguro, prever perigos que espreitam adiante e certificar-se de que os trabalhadores recebam o que precisam para um desempenho excelente.  

Sob a perspectiva espiritual, um sábio pastor no ambiente de trabalho olha para o exemplo de Jesus Cristo, que descreveu a Si mesmo como “Eu sou o bom pastor; conheço as Minhas ovelhas, e elas Me conhecem” (João 10, 14).  Anteriormente, na mesma passagem, Ele disse: “O bom pastor dá a vida pelas ovelhas” (João 10, 11). Quando líderes demonstram disposição para fazer o que for necessário, colocando o interesse dos trabalhadores em primeiro lugar, podem estar certos de que atrairão seguidores fiéis.  




Robert J. Tamasy

Cristianismo.

Você já meditou sobre o cristianismo? Em que estão fundadas suas bases? Quais as suas origens? Qual o seu verdadeiro significado? Será que ser um cristão é enquadrar-se no que
o sistema religioso tem estabelecido nos dias de hoje. Acompanhe em sua bíblia e tenha essas respostas.

Você sabia que a igreja de Cristo tem passado por graves crises?

1ª Crise: A variedade de igrejas, cada uma com suas próprias convicções têm deixado as pessoas perdidas. Hoje existem igrejas para todos os gostos, desde a que promete riquezas estupendas, até a que propõe acesso direto ao céu pelo seu intermédio.

2ª Crise: Há uma crise doutrinária, pois nos últimos 70 anos têm surgido práticas e crenças incomuns à igreja primitivas, jamais, feitas ou ensinadas por Jesus, e pelos apóstolos. 

* A bíblia sempre deixou claro que surgiriam falsas doutrinas

Hebreus 13:9 
“Não vos deixeis levar em redor por doutrinas várias e estranhas...”.

3ª Crise: A pior crise e mais cruel é o abandono da palavra de Deus como ensino doutrinário, com a qual se formam crentes edificados sobre a rocha. O povo de Deus tem se limitado a ouvir os milagres de Jesus, ou que Deus abriu o mar vermelho ou que Davi derrotou Golias. 
A palavra que corrige e transforma a vida de um cristão o santificado e tornando-o apto à prática da justiça tem sido trocada por frias liturgias, ou mensagens motivacionais. 

* O povo de Deus, em sua maioria, ironicamente não suporta as verdades da bíblia. 

2° Timóteo 4:3-4 
“Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina...”, “... E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas”.

Características do falso cristianismo

1º Teologia da prosperidade: Muitos têm apresentado um cristianismo com base em riquezas e numa busca incessante por bens materiais, através de práticas antibíblicas. Esses tais têm explorado o lado frágil-esperançoso de um povo que não conhece a Deus. Esses lugares incentivam o povo a desafiar Deus com sacrifícios financeiros, passando a idéia de um Deus mercenário, e voluntarioso a quem pagar mais. 

2 Pedro 2:1-3 
“Haverá falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras...”, 
“Também, movidos pela ganância, e com palavras fingidas, eles farão de vós negócio”. 

1 Timóteo 6:9-11
“Os que querem ficar ricos caem em tentação...”, “Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males”.

Mateus 6:33 
“Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”.

2º Um Deus impotente: Outros apresentam um cristianismo que transmite a imagem de um Deus impotente, nesses lugares a estrela principal é o diabo, o ser amedrontador, que sai de um, entra em outro, seta um e joga cascas de banana no caminho. Depois disso vêm orações incessantes contra feitiçarias, maldições, agouros, invejas. 
E o povo de Deus, coitado, Há 10, 20, 30 anos ou uma vida toda em correntes de libertação, cultos de “quebra de maldição”, Entre outros rituais. Transmitindo a falsa idéia que o cristianismo consiste nessas práticas inacabáveis.

1 Crônicas 29:11-12
“Tua é, SENHOR, a magnificência, e o poder, e a honra, e a vitória, e a majestade...”, “Tu dominas sobre tudo, e na tua mão há força e poder”.

Hebreus 2:14 
“Para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo...”.

1 João 5:18
“Aquele que nasceu de Deus o guarda, e o Maligno não lhe toca”.

3° Legalismo religioso: Já outros têm apresentado um cristianismo baseado em regras humanas e proibições. Tais como, proibir as mulheres de cortar o cabelo, usar calça jeans, usar jóias, entre outras. No caso dos homens: não use bermudas, não jogue futebol, não use bigode... Nesses sistemas legalistas o perfeito cristão é aquela pessoa alienada e totalmente privada de uma vida social. Deus na mente deles está sempre esperando uma oportunidade de arrebentar e castrar seus filhos. Passam a idéia de um Deus desmancha prazeres que ameaça com o fogo do inferno.

* Mulheres usando jóias.
Gênesis 24:30

“Quando viu o pendente e as pulseiras nas mãos de sua irmã...”.
Salmo 32:9

“Não sejais como o cavalo ou a mula, sem entendimento, os quais com freios e cabrestos são dominados; de outra sorte não te obedecem”.
Mateus 23:4

“Atam fardos pesados e os põem sobre os ombros dos homens; entretanto, eles mesmos nem com o dedo querem movê-los”.
Marcos 7:7

“Em vão, porém, me honram, Ensinando doutrinas que são mandamentos de homens”.
Colossenses 2:16-23

“Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir...”, “Se morrestes com Cristo para os rudimentos do mundo, por que, como se vivêsseis no mundo, vos sujeitais a ordenanças: não manuseies isto, não proves aquilo, não toques aquiloutro, segundo os preceitos e doutrinas dos homens? Pois que todas estas coisas, com o uso, se destroem. Tais coisas, com efeito, têm aparência de sabedoria, como culto de si mesmo, e de falsa humildade, e de rigor ascético; todavia, não têm valor algum contra a sensualidade”.

Bases do verdadeiro cristianismo

1 – O verdadeiro cristianismo tem que estar fundamentado em Jesus Cristo, o único autor e consumador de nossa salvação. 

1 Timóteo 2:5
“E um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo...”.

Atos 4:10-12
“Este Jesus é pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se tornou a pedra angular. E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos”.

2 – O verdadeiro cristianismo tem de estar fundamentado no profundo conhecimento da palavra de Deus, sem espaço para lógicas humanas ou “achismos”. E fazer da bíblia sua única e exclusiva regra de fé. 
* A bíblia sempre exortou o conhecimento 

2 Pedro 3:18
“Crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno”.

2 Timóteo 3:16-17
“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça”. 

* Conseqüências da falta de conhecimento

Oséias 4:6
“O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento...”.

*O Conhecimento de Deus tem que ser a prioridade na vida de um cristão.
Oséias 6:6

“Porque eu quero a misericórdia, e não o sacrifício; e o conhecimento de Deus, mais do que os holocaustos”.

Homossexualismo, o que fazer?

   
De  Pastor  para  Pastor.

O que fazer com os homossexuais que integram nossos rebanhos

Houve tempo em que os pastores não se preocupavam muito com a questão gay. Poucas pessoas apresentavam esse tipo de comportamento.

E as que tinham tendências para a homossexualidade procuravam lutar contra ela mesmo que em silêncio. Os tempos mudaram.Os homossexuais começaram a se organizar em grupos de militância supostamente defendendo os direitos dos homossexuais, mas na verdade tentando provar e convencer toda a sociedade, inclusive a Igreja, que o homossexualismo é genético e ir reversível - o que cientificamente não tem respaldo nenhum. Toda esta movimentação em torno da homossexualidade não só transformou gays e lésbicas em pessoas mais ousadas como atraiu para esta prática muitas outras pessoas que de outra maneira, talvez, nunca se tornariam homossexuais.

O problema, como sempre, não ficou confinado ao mundo lá fora. Ele chegou aos nossos arraiais na pessoa de cada homossexual que foi se integrando nossas igrejas. Estes se dividem basicamente em dois grupos: os que passaram a amar a Jesus e buscaram libertação e os que só estão na igreja tentando a última alternativa ou até mesmo para atrair outros a si.Diante do problema, os pastores também se dividem. Existem aqueles que procuram ajudar sabendo lidar com o problema (poucos) ou mesmo sem o saber (a maioria). E existem aqueles que tentam ignorar o problema ou até maltratam os que lutam contra esta tendência, ora dizendo coisas que só prejudicam, ora expondo-os publicamente na igreja ao primeiro sinal de pecado.É fundamental que os queridos colegas de ministério procurem se informar melhor acerca do assunto. A questão, mais do que área de estudo das ciências do comportamento, passa pela teologia, ética, eclesiologia e missiologia.

 Por isso, pastores amigos, não podemos fechar os olhos frente à enorme demanda de gays e lésbicas por libertação e cura. Precisamos ler,estudar e comungar com aqueles que estão mais avançados na reflexão sobre este assunto e no tratamento dos que se envolveram em tal prática.Há poucos anos, quase não havia literatura evangélica sobre o assunto. Hoje, no entanto,várias editoras têm investido nesta área. Livros como O Movimento Homossexual (Ed.Betânia), A Operação do Erro (Ed. Cultura Cristã), Deixando o Homossexualismo (Ed.Mundo Cristão) e Os Fatos Sobre a Homossexualidade (Ed. Chamada da Meia-Noite) são excelentes fontes de consulta.

Cada um fala sobre uma faceta diferente da questão gay, portanto todos indispensáveis na biblioteca de um pastor.Outra coisa que pode e deve ser feita por nós pastores é tomar parte em seminários,conferências ou congressos a respeito do assunto. É muito importante fazer a escolha certa.Deve-se averiguar quem está promovendo o encontro, quais são os objetivos e qual é a visão dos organizadores a respeito da homossexualidade, da Bíblia, de Deus, etc. Pastores não têm desculpa para não participar. Mais cedo ou mais tarde vão se deparar com a necessidade das informações que ali serão passadas.

E não adianta querer apagar incêndio depois que o fogo se alastrar. É preciso se preparar.Se, em contra partida, você investiu tempo e oração para ajudar algum homossexual que desistiu no meio do caminho, não fique desanimado. Lembre-se que muitas pessoas já passaram por sua igreja e não ficaram. Este não é um fenômeno que atinge só homossexuais.
 
Da mesma maneira, muitos homossexuais perseverarão e serão transformados assim como o foram outras pessoas que são uma bênção em sua igreja.Como qualquer outro pecador - inclusive nós pastores - o homossexual pode ser perdoado e transformado pela graça de Deus. Se em sua igreja há algum gay ou lésbica, não duvide que Deus o colocou ali para receber o que precisa, mas também para ensinar-lhe muito sobre as lutas que precisam ser enfrentadas para vencer este pecado e como se alcança a vitória. No processo, ganham todos, menos satanás. E é nosso dever nos assegurarmos de que assim seja.Portanto, "sê forte e corajoso, porque tu farás a este povo herdar a terra que, sob juramento, prometi dar a seus pais." (Js. 1:6). Nenhum esforço é demais para se alcançar homens e mulheres para o Reino de Deus e salvá-los, arrebatando-os do fogo (Jd. 23).

Continue lutando e seja humilde para contar com a ajuda de quem possui mais experiência. O Senhor é contigo!


"Homossexualismo é um Homem ou uma Mulher por Determinação Genética e Homossexual por Preferência Aprendida ou Imposta." (Pr. Silas Malafaia)



Pr. Sergio Viula

O Maior Inimigo do Pastor


O maior inimigo do pastor é o orgulho, e ele é especialmente perigoso para jovens pastores (I Tm 3.6).
  
Causas particulares para o orgulho



o    Dons Públicos. Como seus dons são exercidos publicamente (ao contrário daqueles que são mais privados e não são vistos nos diversos ministérios), eles tendem a ser mais reconhecidos, admirados e louvados.


o    Status Oficial. Como muitos do povo de Deus respeitam e honra o ofício do pastor (algumas vezes sem se preocupar com quem o faz), você tende a pensar que é você a quem eles honram e respeitam.


o    Antropocentrismo. Quando as pessoas são abençoadas sob seu ministério, elas constantemente atribuirão a benção a você, e não a Deus.


o    Idéias Mundanas de Liderança. Você se vê “no comando de todas essas pessoas”, ao invés de servo delas.


o    Inexperiência. É típico da Igreja colocar jovens não testados e inexperientes em posições de alta responsabilidade sem passar pela “escola de duras pancadas da humildade”. Talvez sem nunca terem sido liderados, eles nem sabem liderar também.


o    Entendimento Ruim do Chamado ao Ministério. Paulo não via o ministério pastoral como um prêmio que ele tinha conquistado. Para Paulo, isso era obra da graça, um presente imerecido, assim como a salvação (Ef 3.8).



As Consequências Pastorais do Orgulho 
Se você cai em orgulho, haverá sérias consequências no seu ministério.
o    Você começará a depender dos seus dons, em vez de depender de Deus.
o    Você irá se tornar impaciente com seus irmãos menos dotados do seu ministério ou entre os presbíteros.
o    Você se tornará negligente e insensível com os costumes e tradições do passado.
o    Você resistirá à critica pessoal e conselhos maduros.
o    Você ficará descontente e desestimulado porque “eu mereço mais que essas pessoas!”.
o    Você se considerará acima dos trabalhos pequenos e corriqueiros da congregação.
o    Você parará de aprender porque, afinal, já sabe mais do que qualquer um.
o    Você pode cair na “condenação do diabo” (I Tm 3.6).

A Cura Pessoal do Orgulho
Deixe essas duas frases serem as batidas do coração do seu ministério

1. Eu sou um pecador.
o    Lembre-se de quem você era (pense nos pecados dos quais você foi liberto)
o    Lembre-se o que você poderia ser agora (Se Deus não tivesse alcançado você)
o    Lembre-se de quem você é (desvende seu próprio coração)
o    Lembre-se de quem você ainda poderia ser (se Deus removesse sua graça contentora)

2. Eu sou um servo
o    Um servo de Deus (não independente, mas dependente de Deus para liderar, comandar e abençoar)
o    Um servo do povo de Deus (não seu senhor ou soberano)
o    Um servo de pecadores (não despreze os não-salvos, mas fique de joelhos por eles)
o    Um servo dos servos (não concorra com outros pastores, mas sirva-os)
o    Um servo do Servo (aquele que diz, “Está no meio de vós aquele que serve” e “o servo não é maior que o seu Mestre”).




 texto original: http://thegospelcoalition.org/blogs/tgc/2010/03/29/the-pastors-worst-enemy/

Busca

Curiosidades.

O nome "Bíblia" vem do grego "Biblos", nome da casca de um papiro do século XI a.C.. Os primeiros a usar a palavra "Bíblia" para designar as Escrituras Sagradas foram os discípulos do Cristo, no século II d.C.

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