Os Últimos Dias.

Temos presenciado nestes últimos meses acontecimentos que tem despertado em nós preocupações e espanto a respeito do aumento da violência, dos casos de abusos de menores, terremotos, rumores de guerras entre países, crimes horrendos e de crueldade crescente. Alguns, como que tentando compreender ou até mesmo se conformar com estes fatos têm citado a Bíblia para explicar tamanha degeneração dos bons costumes humanos, buscando consolo nos Textos Sagrados para compreender o que nos cerca.


Jesus Cristo, no livro de São Mateus, capítulo 24 nos dá um panorama do que aconteceria nos últimos dias, os dias que precederiam a Sua volta a esta Terra. Muito ainda dizem que Ele nunca voltará, pois se o mataram da primeira vez, o fariam de novo, mas quando ele veio da primeira vez, veio como Cordeiro (João 1:29), agora virá como Leão (Apocalipse 5:5 e 10:3), sem possibilidade de ser capturado e morto, quem assim diz demonstra total desconhecimento da Bíblia. O Panorama apresentado em Mateus nos dá algumas pistas como nos versículos 6 e parte do 7: “E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino...”.




Você até pode argumentar que sempre houve guerras no mundo, que não é nada novo, mas hoje, no mundo, temos 44 guerras em andamento na atualidade (computadas de 2003 até hoje), um número que nunca houve na história da humanidade, isso sem levar em conta conflitos diplomáticos. Também diz no restante do versículo 7, do mesmo capítulo 24: “haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares”. Do mesmo modo, muitos argumentam que sempre houve terremotos, que agora a mídia divulga com muito mais rapidez, mas de janeiro a 15 de junho de 2010, tivemos 34 terremotos de magnitude superior a 3.0, ignorando os tremores mais brandos, abalos ocorrido no Haiti e no Chile foram amplamente divulgados, mas os da Espanha (6.3) em 11/04, Baja Californiano México em 4/10 (7.2) na Índia em 12/06 (7.5), não foram mencionados nos meios de comunicação, derrubando assim este mito, e reforçando que, sem dúvida, os abalos sísmicos têm aumentado, confirmando as profecias de Jesus.



Em II Tessalonicenses 2:3, Paulo Afirma: “Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia”. Referindo-se aos eventos finais deste mundo o Apóstolo ressalta a apostasia do fim dos tempos. A palavra apostasia pode ser interpretada por “afastamento da verdade, ou no abandono e na oposição a uma idéia ou doutrina anteriormente aceita”, sendo esta fé anterior segundo Paulo e o contexto, o evangelho, seria então como o surgimento de um novo evangelho, ou uma corrupção do verdadeiro evangelho, e é isso que temos presenciado na Igreja de Jesus nestes tempos, em que impera não mais o Evangelho de Arrependimento, de tomar a sua cruz e seguir a Cristo, mas um evangelho barato, sem dor, de barganhas com Deus, fazendo d´Ele um garçom para servir os homens conforme as necessidades surgem.



Este evangelho tem dominado a grande maioria das Igrejas chamadas Evangélicas, que tem substituídos suas reuniões solenes (os cultos) por ajuntamentos para celebrar uma alegria superficial, não profunda, mascarando a verdadeira alegria que é fazer parte do Corpo de Cristo na Terra. Muitos tem se sentido mais vazios de esperança pois não ouvem mais mensagens pregadas pelos pastores, de arrependimento, de mudança de vida, da alegria de servir a Cristo, mas apenas mensagens que elevam a autoestima, a valorização do homem pelo homem e promessas de vida melhor nesta terra, em que o homem tem que dominar tudo a sua volta.



O Evangelho do Senhor Jesus ainda é um evangelho de cruz, de coroa de espinhos, de cravos nas mãos e nos pés, e não um evangelho diet que não choca quem o ouve. A mensagem do verdadeiro evangelho tem que provocar dores na alma de quem a ouve, provocar impacto na vida de quem recebe a Palavra, dor pelo seu pecado, um desejo de mudança, angústia com sua condição de pecador e necessidade de um arrependimento genuíno e de uma vida regrada pela Palavra de Deus. Não é o Evangelho que tem de adaptar ao mundo, pois o mundo passará, “E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre” (I João 2:17) mas o homem tem que converter de seus maus caminhos se submeter ao evangelho de Jesus Cristo.



Pensando assim, creio que o maior sinal da volta do Senhor Jesus e o final dos Tempos seja a Apostasia dentro das Igrejas chamadas Cristãs, sinal este muito maior que terremotos, guerras e fomes. Leia Amós 8:11-12 “Eis que vêm dias, diz o Senhor DEUS, em que enviarei fome sobre a terra; não fome de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do SENHOR. E irão errantes de um mar até outro mar, e do norte até ao oriente; correrão por toda a parte, buscando a palavra do SENHOR, mas não a acharão.”. Isso já começou, está difícil Igrejas que pregam a Palavra de Deus pura, sem mistura de homem, o que vemos uma psicologia barata de livrinhos de auto ajuda como “5 passos para a vitória”, “3 passos para remir seu tempo”, “7 passos para ter sucesso ministerial”, e por aí se vai. Em Timóteo 4:3-4 nós lemos: “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.”



O povo ouve o que gosta de ouvir, mas Jesus sempre disse ao povo o que eles precisavam ouvir. A humanidade caminha para um evento que nunca antes houve em sua história, a volta do Rei Jesus. Atos 1:11.

Prepara-te para encontrares com teu Criador. Amós 4:12.


Neilton Domingues

Quem é o Culpado pela Homossexualidade?

Algumas  pessoas  sugerem  perversamente  que  o  Deus  e  Pai  de  Nosso  Senhor
Jesus  Cristo  é  “culpado”  pela  homossexualidade.  “Culpado”  requer
transgressão  da  lei,  e,  portanto,  culpa,  mas  o  Todo-Poderoso  não  pode  pecar  ou
mesmo  ser  tentado  ao  pecado.  Todos  os  caminhos  de  Jeová  são  “justos  e  retos”,
pois  “Deus  é  a  verdade,  e  não  há  nele  injustiça”  (Deuteronômio  32:4).  Assim,  a
Escritura, com retórica e indignação, pergunta “Ó homem, quem és tu, que a Deus
replicas?” (Romanos 9:20). 


Deus  criou  o  homem  santo  e  reto,  e  fez  todas  as  coisas  “muito  boas”  no
início  (Gênesis  1:31),  incluindo  a  criação  da  nobre  instituição  do  casamento  entre
um homem e uma mulher para a vida (Gênesis 2:24; Mateus 19:4-6; Hebreus 13:4).
No entanto, como disse Salomão, “Deus fez ao homem reto, porém eles buscaram
muitas  astúcias”  (Eclesiastes  7:29),  incluindo  pornografia,  fornicação,  adultério,
estupro, bestialidade, pedofilia, sodomia e lesbianismo. 


Paulo,  um  apóstolo  de  Jesus  Cristo,  fala  acerca  das  “paixões  infames”  do
lesbianismo  (“até  as  suas  mulheres  mudaram  o  uso  natural,  no  contrário  à
natureza”) e  da sodomia (“semelhantemente, também os homens, deixando o uso
natural  da  mulher,  se  inflamaram  em  sua  sensualidade  uns  para  com  os  outros,
homens  com  homens,  cometendo  torpeza  e  recebendo  em  si  mesmos  a
recompensa  que  convinha  ao  seu  erro”)  (Romanos  1:26-27).  O  Catecismo  Maior  de
Westminster  do  Presbiterianismo  cita  versículos  como  prova  de  que  “a  sodomia  e
todas  as  paixões  infames”  estão  entre  aqueles  “pecados  proibidos  no  sétimo
mandamento” (P & R 139). 


Tão longe está Deus de ser “culpado” pela homossexualidade que Ele culpa
aqueles  acusados  pelas  suas  “paixões  infames”  e  torpeza  (Romanos  1:26-27)  e  os
pune. No entanto, não apenas os homossexuais receberão “o julgamento de Deus”;
idólatras,  inventores  de  males,  caluniadores,  soberbos,  murmuradores,  detratores,
desobedientes  aos  pais  e  às  mães,  presunçosos,  enganosos,  avarentos,  invejosos,
cheios  de  malignidade  etc.,  também  estão  debaixo  “da  ira  de  Deus”  (Romanos
1:18-32). 


Felizmente as Escrituras nos  revelam a  justiça perfeita de outro, o Filho de
Deus  encarnado,  que  é  imputada  à  nossa  conta  mediante  a  fé.  O  evangelho  de
Cristo  “é  o  poder  de  Deus  para  salvação  de  todo  aquele  que  crê”,  incluindo  o
homossexual arrependido (Romanos 1:16-17).




Angus Stewart

A Bíbia.

A Palavra de Deus viva, infalível, eterna é totalmente fidedigna. É somente ela quedeve nortear as decisões, que sacia a fome do coração e preenche as lacunas da alma.

Ela revela quem é o Criador, quem é Satanás, exibe o plano de Deus parasalvação dos perdidos e expõe os erros que vão surgindo, frutos dos pecados e imperfeições humanas.

Os fatos históricos demonstram que os relatos e os ensinos bíblicos são de origem divina. A Bíblia contém uma revelação divina. Não se trata de uma fé cega, calcada no subjetivismo. Trata-se de uma fé objetiva que pode ser analisada e explicada. A pessoa que abraça o cristianismo não precisa aposentar a cabeça. Ela deve continuar pensando e exercendo o seu senso crítico. A fé cristã, embora transcenda a razão, não é irracional.Ela faz sentido. Alguém (não me lembro quem) até colocou isso muito bem com a seguinte frase:
"O meu coração não consegue se alegrar totalmente com aquilo que aminha mente não entende a contento".Existem aqueles que afirmam não crer na Bíblia por que ela foi escrita por homens. Quando alguém me diz isso, pergunto logo: "E você,queria que ela tivesse sido escrita por um cavalo? Aí sim, não daria para crer". A Bíblia foi de fato escrita por homens, e o próprio apóstolo Pedro não negou isso ao escrever:"Antes de mais nada, saibam que nenhuma profecia da Escritura provém de interpretação pessoal, pois jamais a profecia teve origem na vontade humana, mas homens falaram da parte de Deus, impelidos pelo Espírito Santo" (II Pedro 1.20, 21)

UM LIVRO INCOMPARÁVEL

O que vem a seguir sãos algumas declarações que demonstram ser a Bíblia Sagrada um livro sem paralelo, diferente de todos que já foram escritos:

* A Bíblia é o único livro no mundo que oferece provas objetivas de ser a Palavra de Deus. Somente a Bíblia fornece provas reais de ser divinamente inspirada.
 
* A Bíblia é a única Escritura sagrada que oferece salvação eterna como um Dom totalmente gratuito da graça e da misericórdia de Deus.
 
* A Bíblia contem os mais elevados padrões morais dentre todos os livros.
 
* Somente a Bíblia apresenta o mais realístico ponto de vista sobre a natureza humana,tem o poder de convencer as pessoas de seus pecados e a habilidade de transformar anatureza humana.
 
* Somente a Bíblia oferece uma solução realística e permanente para o problema do mal e do pecado humano.
 
* As características internas e históricas da Bíblia são excepcionais em sua unidade econsistência interna, apesar dela ter sido produzida por um período de mais de 1,500 anos, por mais de 40 autores diferentes, em três línguas, em três continentes,
discutindo uma enorme quantidade de assuntos controvertidos, e ao mesmo tempo mantendo uma harmonia entre eles.
 
* A Bíblia é o livro mais traduzido, mais comprado, mais memorizado e o mais perseguido em toda a história.
 
* Somente a Bíblia tem resistido dois mil anos de intenso escrutínio pelos seus críticos,não apenas sobrevivendo aos ataques, mas prosperando e tendo a sua credibilidade fortalecida por tais críticas.
 
* A Bíblia tem moldado a história das civilizações mais do que qualquer outro livro. A Bíblia tem tido mais influência no mundo do que qualquer outro livro.
 
* Somente a Bíblia tem uma Pessoa específica (centrada em Cristo) como assunto emcada um de seus 66 livros, detalhando a vida dessa Pessoa através de profecias e tipos,por um período de 400 - 1,500 anos antes dela nascer.
 
* Somente a Bíblia proclama a ressurreição de sua figura central (Jesus Cristo), provada na história.

A prosperidade dos impios.

O Ímpio Aparentemente Abençoado.


Quanto a mim, os meus pés quase que  se desviaram; pouco faltou para que escorregassem os meus passos. Pois eu tinha inveja dos néscios, quando via a prosperidade dos ímpios. (Salmos 73:2, 3)


Quase caído 


Tão importante é a verdade da bondade de Deus para com Israel (isto é, o limpo de coração)que a batalha espiritual dos  membros de Israel depende disso. Não é exagero dizer que a dúvida dessa verdade coloca em risco a salvação do limpo de  coração.O salmista duvidou da verdade fundamental do evangelho lançada no versículo 1. Ele supôs que o oposto era verdadeiro. A verdade que Deus é bom para com Israel é certa, mas nem sempre certa na consciência do filho de Deus: “Quanto a mim” (v. 2).

O efeito dessa dúvida sobre a vida espiritual do salmista duvidoso foi que a dúvida o colou em extremo perigo espiritual.  Seus pés quase se desviaram, pouco faltou para que seus passos escorregassem.Houve a ameaça de um desastre espiritual.Se seus pés se desviassem e seus passos escorregassem, ele seria destruído espiritualmente. Ele cairia! Pense nos pés de um alpinista se desviando para um declive abrupto, ou de um soldado escorregando e caindo na batalha. A realidade seria que sua fé em Deus cedeu e se  perdeu.

O salmista chegou perto de duvidar da bondade de Deus para com ele. Isso é incredulidade. Ele  estava a ponto de concluir que tinha purificado seu coração em vão (v. 13). A apostasia seria o próximo passo, e o fim da apostasia é a destruição espiritual e eterna. A experiência do salmista é aquela de todos os santos em algum tempo de  suas  vidas. Nas tribulações mais amargas das nossas vidas, duvidamos da bondade de Deus para conosco. Duvidando, sentimos nos afastar de Deus, que é a nossa salvação.

Mas os pés do salmista não se desviaram e seus passos não escorregaram: “quase”,  mas não totalmente, “pouco faltou”, mas não inteiramente. Ele era filho de Deus, e Deus não permite que seus filhos caiam
definitivamente. Deus levantou seu filho duvidoso no final, com a verdade que o salmista tinha perdido de vista: Verdadeiramente bom é Deus para com Israel”.



A Grande Tentação

A explicação da dúvida que lançou o salmista em perigo mortal foi a prosperidade óbvia dos ímpios. A causa de sua dúvida quanto à bondade de Deus para consigo, o salmista aponta no versículo 3, como é claro a partir da palavra inicial “pois”. A causa era a “prosperidade dos ímpios”.

Como regra, o ímpio  prospera. O que consiste essa prosperidade, os versículos 4-12 descrevem em detalhe: abundância e prazeres terrenos. Aparentemente, tudo vai bem para o ímpio nessa vida. Aparentemente, essa prosperidade é bênção de Deus sobre o ímpio. Aparentemente, Deus os favorece.Em contraste, a vida do salmista era cheia  de problemas. Ele declara isso no versículo 14:“Pois todo o dia tenho sido afligido, e castigado cada manhã”.

Seus próprios  problemas são implicados por sua inveja dos ímpios.Eles têm aquilo que ele carece. As circunstâncias de sua vida eram o exato oposto das circunstâncias prósperas deles. Aparentemente, os problemas do salmista é maldição de Deus sobre sua vida terrena. Aparentemente, Deus não a favorece.

A inveja do salmista não meramente ressentia que as pessoas tinham mais do que ele, ou que os outros tinham tudo enquanto ele nada. Tal entendimento superficial da inveja do salmista, como se fosse nada mais que o ignóbil “monstro da inveja”, não faria justiça à profunda luta espiritual do homem temente a Deus.

 Sua inveja era o profundo descontentamento que Deus parecia abençoar os ímpios, que o odeiam, enquanto parecia reter a bênção de seu próprio filho, que o ama e serve. A inveja era errônea, tristemente errônea, ma somente porque residia sobre uma suposição equivocada. A suposição era que a prosperidade é graça e as riquezas bênção. Sua conclusão é que a adversidade é desfavor e  a pobreza maldição. Se a suposição do salmista estava certa, ele tinha direito de ter inveja do ímpio; assim como um filho bem comportado cujo pai o priva de coisas  boas e até mesmo o espanca diariamente, mas mostra todo sinal de amor a um garoto  depravado na vizinhança e enche esse perverso com boas coisas, poderia muito bem invejar tal garoto.

Quem culparia o filho  por pensar: “Eu poderia muito bem ser o canalha que vive ao lado”? Significantemente, a palavra traduzida como “prosperidade” no versículo 3 é a palavra hebraica shalom. “Eu tinha inveja… quando vi o shalom dos ímpios”. Shalom é a paz e plenitude que  Deus promete ao seu povo pactual no pacto da graça. O medo do salmista era que Deus dava shalom aos ímpios, aqueles fora de sua família espiritual, e negava shalom aos seus filhos. Esse medo deu origem à inveja, e a inveja considerou a noção: “Qual  é a utilidade de se temer a Deus? Eu poderia viver melhor como os ímpios”.


A Única Salvaguarda

 Contra essa triste e perigosa tentação, a qual nenhum cristão é estranho, existe uma salvaguarda, e apenas uma salvaguarda. A salvaguarda é a verdade: "verdadeiramente bom é Deus para com Israel”, com sua implicação, “e ele não é bom para com os ímpios”. Pregadores legítimos  e fiéis do evangelho devem pregar essa verdade.

Eles não devem proclamar ao rico, saudável, gordo e velho infiel, que parem de amaldiçoar, beber e fornicar para quando ouvir “Tenho certeza que sou abençoado, responder: “Sim, de fato, Deus é gracioso para com você e te abençoa abundantemente”. Se os pregadores querem estar livres do sangue de tais incrédulos, eles devem antes proclamar: “Se pensa que é abençoado por Deus, você é um tolo! A ira de Deus está te destruindo com cada dólar que você investe, cada lagosta que come, e cada fôlego que toma! Não existe bênção na incredulidade e impiedade! Nenhuma! Não  existe nenhum shalom para o ímpio, nem na eternidade que é vindoura, nem nessa vida! Arrependa-se!”.

O ministro fiel da palavra deve estar especialmente seguro que prega esse aspecto do evangelho bendito aos santos de Cristo em sofrimento. Aos pais chorando no túmulo de um filho (enquanto os vizinhos incrédulos desfrutam seus filhos saudáveis), à jovem mãe morrendo de câncer (enquanto sua vizinha perversa está cheia de vida), ao marido cuja esposa o abandonou pecaminosamente (enquanto  seu vizinho ateu está felizmente casado), ao trabalhador que perdeu o seu trabalho (enquanto o vizinho ímpio continua no seu emprego), o pastor não deve trazer a mensagem [mentirosa] que a prosperidade dos ímpios é bênção graciosa de Deus sobre eles.

Aos santos em sofrimento, essa mensagem necessariamente carrega as más notícias que as adversidades deles são evidência do desfavor divino. Mas que o ministro diga isso ao povo sofredor de Deus que está no cemitério, no hospital e no leito de morte: “Bom é Deus para com Israel. Verdadeiramente bom é Deus para com Israel”. 











  David J. Engelsma

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Curiosidades.

O nome "Bíblia" vem do grego "Biblos", nome da casca de um papiro do século XI a.C.. Os primeiros a usar a palavra "Bíblia" para designar as Escrituras Sagradas foram os discípulos do Cristo, no século II d.C.

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